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Neto de Moura encobriu ameaça com catana a mulher espancada

APAV defende que a decisão do juiz do Tribunal da Relação do Porto encobriu matéria dada como provada, como o arguido ter ameaçado "a vítima com uma catana".

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) aponta "três falhas" no acórdão do juiz Neto de Moura que decidiu pela retirada da pulseira eletrónica ao agressor de uma mulher, que lhe provocou, além de outros ferimentos, a perfuração de um tímpano. Defende a APAV que a decisão do juiz do Tribunal da Relação do Porto encobriu matéria dada como provada, como o arguido ter ameaçado "a vítima com uma catana". Escamoteamento que, defendem, pode abrir um inquérito disciplinar.

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