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Ministro da Presidência garante que apenas uma "minoria" aderiu à greve e que a proposta se mantém em cima da mesa

Leitão Amaro voltou a dirigir-se ao País no dia em que se verifica uma greve geral.

O ministro da Presidência, Leitão Amaro, voltou novamente a dirigir-se ao País, no dia em que se verifica uma greve geral, e reforçou a ideia de que apenas uma "minoria se expressou hoje livremente". "Respeitamos a minoria que se expressou hoje livremente e respeitamos a maioria que decidiu trabalhar."

Leitão Amaro fala sobre adesão ao trabalho em Portugal
Leitão Amaro fala sobre adesão ao trabalho em Portugal Lusa

O discurso de Leitão Amaro surge num momento em que se regista uma guerra de números. Os sindicatos apontam que houve uma adesão de 3 milhões de pessoas, enquanto isso, o Governo garante que o País está a trabalhar.

Face a este cenário, o ministro da Presidência convidou os portugueses a olharem ao redor e a questionarem amigos e familiares se aderiram à greve. "Perguntem aos vossos amigos se a maioria fez greve ou quis ir trabalhar e depois saibam."

Leitão Amaro frisa que "o País está sereno" e que o "setor público, as escolas, os transportes e o setor da saúde tiveram um impacto maior". "Houve impactos? Houve. O dia não foi normal? Não foi."

O ministro referiu ainda que a proposta de alteração à lei laboral "foi amplamente discutida na campanha eleitoral" e que, por isso, "a proposta existe independentemente do que tenha sido a adesão [à greve]".

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