Erro do Ministério Público compromete instrução do caso BES

Erro do Ministério Público compromete instrução do caso BES
Carlos Rodrigues Lima 28 de janeiro

Empresa ES Resources diz ter sido acusada sem nunca ter sido constituída arguida ou notificada da acusação. Mas foi, em junho de 2020. Só que através de um administrador, Manuel Fernando Espírito Santo, que tinha renunciado aos cargos há quatro anos.

Um erro do Ministério Público durante a investigação do processo do Banco Espírito Santo pode comprometer o início da fase de instrução, já agendada pelo juiz Ivo Rosa para 21 de fevereiro. Tudo porque uma empresa que pertencia ao Grupo Espírito Santo, a ES Resources Portugal, foi constituída arguida e acusada de 33 crimes, mas garante nunca ter sido notificada de nada.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Para activar o código da revista, clique aqui
Investigação
Opinião Ver mais