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Educação: Sindicato dá instruções para furar serviços mínimos

Margarida Davim
Margarida Davim 02 de julho de 2018 às 17:50

Começaram hoje os serviços mínimos à greve das reuniões de avaliação decretados por um colégio arbitral a pedido do Ministério da Educação. Mas o STOP garante que ainda há escolas onde não há reuniões e dá indicações sobre como furar o sistema.

O Sindicato de Todos os Professores (STOP) assegura que há escolas em que os serviços mínimos ainda não estão a ser respeitados. "Recebemos informações muito animadoras de escolas de norte, centro e a sul do país e das ilhas", lê-se na página do Facebook do novo sindicato, onde se dá exemplos de escolas onde hoje, o primeiro dia dos serviços mínimos, ainda não se realizaram reuniões de avaliação.