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As agressões, SMS e mentiras de Manuel Maria Carrilho

Alexandre R. Malhado
Alexandre R. Malhado 06 de novembro de 2017 às 16:52

Acórdão do Tribunal Judicial diz que o antigo ministro da Cultura teve como objectivo "humilhar, denegrir e maltratar física e psicologicamente" Bárbara Guimarães

O Tribunal Judicial de Lisboa (TJ) condenou Manuel Maria Carrilho a quatro anos e seis meses de prisão com pena suspensa por oito crimes de violência doméstica, ameaça, ofensas à integridade física, injúrias e denúncia caluniosa contra a ex-mulher, a apresentadora Bárbara Guimarães, a quem ainda terá de indemnizar com 50 mil euros. Segundo o acórdão da Comarca de Lisboa, a decisão foi tomada com base em testemunhos, SMS e imagens captadas por câmeras de vídeovigilância, que ajudaram o TIC a chegar à sua conclusão: "O arguido Manuel Maria Carrilho actuou em todas as ocasiões com o propósito de humilhar, denegrir e maltratar física e psicologicamente". 

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