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Para o candidato presidencial, "as relações entre os Estados devem ser pautadas pelo respeito, pela soberania e pela afirmação do princípio do Direito Internacional".
O candidato presidencial António José Seguro disse este sábado acompanhar "com muita preocupação" a situação na Venezuela, país alvo de uma intervenção militar dos Estados Unidos, onde vivem cerca de 500 mil portugueses.
António José Seguro, secretário-geral do PSDR
"Eu estou a acompanhar desde muito cedo, com muita preocupação, o que está a acontecer na Venezuela. Nós temos cerca de meio milhão de portugueses a viver na Venezuela, e estou preocupado com essa situação", disse este sábado durante uma ação de campanha no Mercado Municipal de Castelo Branco.
O candidato apoiado pelo PS disse, no entanto, aguardar "que as autoridades portuguesas se pronunciem sobre, verdadeiramente, o que é que aconteceu e qual é a posição que têm".
"Estou a recolher informações. Neste momento, ainda não tenho informações fidedignas. Espero voltar a falar sobre este assunto ao longo do dia. Mas há um princípio que eu quero aqui sublinhar: que é o princípio da defesa do Direito Internacional", vincou.
Para o candidato presidencial, "as relações entre os Estados devem ser pautadas pelo respeito, pela soberania e pela afirmação do princípio do Direito Internacional".
Questionado se já se poderia afirmar que há uma violação do mesmo, António José Seguro disse querer "recolher mais informação", mantendo a "preocupação" com a comunidade portuguesa.
O Governo da Venezuela denunciou este sábado uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos da América, após explosões na capital durante a noite, e o Presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.
Entretanto, o Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala" no país.
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