Após as explosões ouvidas durante a madrugada em Caracas.
O Presidente da República está a acompanhar a situação na Venezuela, em articulação com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, após explosões em Caracas, que denunciou uma agressão dos Estados Unidos da América.
Militares saíram à rua na Venezuela depois das explosõesAP
O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, "está a acompanhar a situação na Venezuela em articulação com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros", Paulo Rangel, lê-se numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.
O Governo da Venezuela denunciou este sábado uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos da América, após explosões na capital durante a noite, e o Presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.
Fonte do Governo PSD/CDS-PP disse à Lusa que as autoridades portuguesas estão "a acompanhar a situação na Venezuela ao minuto", em contacto com a embaixada em Caracas e com vários governos europeus.
Publicamos para si, em três periodos distintos do dia, o melhor da atualidade nacional e internacional. Os artigos das Edições do Dia estão ordenados cronologicamente aqui ,
para que não perca nada do melhor que a SÁBADO prepara para si. Pode também navegar nas edições anteriores, do dia ou da semana. Boas leituras!
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.
Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.