Reunimos 50 dicas para aproveitar ao máximo as férias entre Sagres e Albufeira; fomos consultar o processo-crime que investiga a discussão entre Ascenso Simões e dois agentes da PSP; e recordamos-lhe o lado negro das Doce.
Enquanto preparavam a lista de 50 dicas para aproveitar as férias entre Albufeira e Sagres, o jornalista Markus Almeida e a fotógrafa Raquel Wise tinham no plano uma visita ao restaurante de petiscos O Charneco, em Estômbar, para conhecer o afamado menu de degustação de sete pratos. A mesa estava marcada para as 21h30. Mas 30 minutos antes de chegarem ao local, os repórteres receberam uma chamada telefónica: a cozinheira Marta Charneco estava a ressentir-se dos efeitos secundários da vacina contra a Covid-19. Acabaram por descobrir mais um local onde se come bem. E como os efeitos secundários se revelaram de pouca dura, na noite seguinte conseguiram visitar O Charneco. Saiba como correu e conheça as muitas e boas sugestões da equipa daSÁBADOno especial de 15 páginas que preparámos para si.
Uma discussão, duas versões
O caso de Ascenso Simões é dos mais insólitos dos últimos anos que já visaram deputados. Com muito vernáculo à mistura, a briga com dois agentes da PSP à porta do parlamento levou Eduardo Cabrita a ordenar à Inspeção-Geral da Administração Interna a abertura de uma investigação para averiguar a responsabilidade disciplinar dos polícias. Pormenor: como o diretor adjunto António José Vilela descobriu, este inquérito está em segredo - mas o processo-crime sobre o caso, não. Trata-se de uma guerra de argumentos: o deputado Ascenso (e outros parlamentares que apresentou como testemunhas) viram uma coisa, os polícias e vários transeuntes e moradores da zona viram outra.
O lado negro das Doce
Enquanto preparava o trabalho sobre o lado negro das Doce, a jornalista Catarina Moura telefonou à cantora Ágata para confirmar algumas histórias que tinha recolhido. É que apesar de não ter feito parte do quarteto inicial - cuja história chega agora aos cinemas -, Fernanda de Sousa entrou para o grupo na fase final. Primeiro para substituir temporariamente Lena Coelho e depois Fátima Padinha. E apesar de Ágata já ter falado publicamente no assunto, quando a repórter lhe ligou a primeira coisa que ouviu do outro lado do telefone foram os gritos do agente que não queria que a artista falasse mais sobre o assunto. A conversa acabou por acontecer, mas já sem a espontaneidade que se pretendia.
Um percurso de navio que quase acabou mais cedo - os jornalistas distraíram-se a fotografar uma praia; o atribulado regresso ao bairro do Talude; e as entrevistas interrompidas por colecionadores de cromos do Mundial
Os depoimentos das vítimas e os vídeos que mostram a tortura na esquadra do Rato, em Lisboa. E ainda: entrevistas a Moita Flores (tem novo livro) e Marisa Liz (novo disco) e os seguros para cães e gatos.
As muitas caminhadas obrigaram a vestir casacos improvisados para enfrentar o frio; houve uma espera - de poucos minutos - pela nova roupa de Teresinha Landeiro; e muitas dúvidas nas datas do caso Sócrates, o processo mais importante da democracia portuguesa
A impressionante operação foi concretizada em três dias e permitiu levar a família real e a corte para o Brasil (no total, nos mais de 40 navios seguiram 15 mil pessoas), para escapar às tropas de Napoleão. E ainda: como ganhar dinheiro com o seu prédio; a primeira reserva natural privada; e um futebolista com uma vida frenética
As novas terapias para a dor crónica puseram uma jornalista da SÁBADO a mexer em animais; no café de Joana Mortágua houve opositores políticos a brindar ao seu sucesso; e o cheiro da Lisboa romana pode fazer lembrar peixe em mau estado.
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