"Vamos dar à Ucrânia as armas para lutar e se defender durante todos os dias difíceis que virão", garantiu o presidente dos EUA.
O Presidente norte-americano, Joe Biden, anunciou hoje o envio de mais armas antiaéreas e ‘drones’ para ajudar a Ucrânia a defender-se da Rússia, assim como mais 800 milhões de dólares (727,7 milhões de euros) em assistência militar.
EPA/SHAWN THEW
"O mundo está unido no nosso apoio à Ucrânia e na nossa determinação de fazer [o Presidente russo, Vladimir] Putin pagar um preço muito alto", disse Biden, aquando do anúncio de mais apoio à Ucrânia e horas após o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter pedido ao Congresso dos Estados Unidos uma zona de exclusão aérea sobre a Ucrânia e sistemas de defesa aéreos.
"Vamos dar à Ucrânia as armas para lutar e se defender durante todos os dias difíceis que virão", acrescentou Biden.
A Rússia lançou a 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 726 mortos e mais de 1.170 feridos, incluindo algumas dezenas de crianças, e provocou a fuga de cerca de 4,8 milhões de pessoas, entre as quais três milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.
A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.