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Os dois países têm trocado ameaças. Trump disse que se as forças de segurança iranianas matassem mais algum manifestante os EUA iriam responder. Já o Irão prometeu retaliar.
O presidente Donald Trump disse, no domingo, que o Irão propôs negociar com os Estados Unidos, depois de ambos os países terem trocado ameaças, e que a sua Administração está a tentar marcar uma reunião com o Teerão. As declarações surgem a propósito dos protestos que duram há duas semanas no Irão e que, segundo a agência de diretos humanos Human Rights Activists News Agency, já resultou em 544 mortos.
Apesar de Trump ter confirmado o planeamento de uma reunião, o presidente alertou que talvez tenha de agir primeiro. “A reunião está a ser organizada, mas talvez tenhamos que agir devido ao que está a acontecer. Mas a reunião está a ser organizada. O Irão ligou e querem negociar”, afirmou o presidente norte-americano em declarações aos jornalistas, a bordo do Air Force One.
O Irão, por sua vez, não confirmou esta informação. O porta-voz do Ministérios dos Negócios Estrangeiros do país, Esmail Baghaei, disse apenas esta segunda-feira que o canal de comunicação com os EUA permanece aberto.
Tanto o Irão como os Estados Unidos têm trocado ameaças. Trump disse que se as forças de segurança iranianas matassem mais algum manifestante, os norte-americanos iriam intervir. Enquanto isso, o Irão avisou que, caso isso acontecesse, as forças armadas norte-americanas e Israel seriam "alvos legítimos".
Os protestos no Irão começaram a 28 de dezembro devido ao aumento da inflação que conduziu a um aumento dos custos de vida. Desde então, que já morreram 544 pessoas, segundo a agência de notícias Human Rights Activists News Agency: 496 manifestantes e 48 membros das forças de segurança. A mesma agência informou ainda que mais de 10.600 pessoas foram detidas.
As consequências destes protestos têm, no entanto, sido difíceis de avaliar uma vez que o Irão está sem Internet há mais de 84 horas. O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano já afirmou, no entanto, que "a situação está sob controlo total", mas não apresentou provas que comprovem tal afirmação.
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