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Cerca de duas centenas de pessoas ainda estão desaparecidas, prevendo-se, por isso, que o número de mortos continue a aumentar. O governo entretanto já anunciou que irá apoiar os afetados com mil euros.
Pelo menos 75 pessoas morreram, depois de um incêndio ter atingido um arranha céus em Hong Kong, e outras 76 ficaram feridas, entre as quais 11 bombeiros. As chamas deflagraram na passada quarta-feira, num edifício com 31 andares, e encontra-se ativo há 24 horas - sendo já considerado a pior catástrofe de Hong Kong em décadas.
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Imagens aéreas mostram arranha-céus destruídos pelo fogo em Hong Kong
Desde que o incêndio atingiu este edifício que 270 pessoas permanecem desaparecidas. Tendo em conta que o número de mortos tem vindo a aumentar, as autoridades acreditam que serão encontrados mais corpos.
Centenas de pessoas entretanto já foram transferidas para abrigos e foi até criado um fundo de emergência para ajudar os afetados pelas chamas. De acordo com o chefe do executivo, John Lee, cada família irá receber o equivalente a 1.109 euros. Como consequência foram cancelados ou adiados os eventos comemorativos organizados pelo governo e algumas escolas foram encerradas.
Por enquanto, desconhecesse a causa do incêndio, no entanto, investigações preliminares já indicaram que a velocidade com quem o fogo de propagou não foi normal. As autoridades encontraram vários materiais de construção inflamáveis, que foram deixados durante as obras de manutenção. Esse mesmo material, onde estão incluídos, por exemplo, andaimes em bambu, terá contribuído para a propagação das chamas.
Como consequência as autoridades detiveram dois diretores de uma empresa de construção, de 52 e 68 anos, e um consultor de engenharia. Em causa estão suspeitas de homicídio culposo e "negligência grave", refere a BBC.
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