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O Exército israelita, através do seu porta-voz em árabe, emitiu ordens de evacuação para os residentes de quatro aldeias.
As forças israelitas lançaram esta segunda-feira ataques contra o sul e o leste do Líbano, alegando ter como alvo o Hezbollah e o Hamas, movimentos islamistas aliados do Irão.
O Exército israelita, através do seu porta-voz em árabe, emitiu ordens de evacuação para os residentes de quatro aldeias.
A agância de noticias estatal do Líbano (NNA, na sigla em inglês), reportou ataques a edifícios nos quatro locais visados.
Uma nova série de ataques, desta vez sem aviso prévio, ocorreu posteriormente nas cidades de Saksakiyeh e Sarafand, no sul do país, segundo a mesma fonte.
Apesar do cessar-fogo que pôs fim a mais de um ano de hostilidades em novembro de 2024, o Exército israelita continua a realizar ataques regulares em território libanês, alegando ter como alvo o Hezbollah e, menos frequentemente, o Hamas, dois grupos armados islamistas aliados ao Irão.
O porta-voz árabe do Exército israelita, o coronel Avichay Adraee, alertou nos avisos que os ataques aéreos atingiriam as aldeias de Kfar Hatta e Anan (sul), bem como Al-Manara e Ain al-Tineh (leste).
A NNA informou que uma casa atingida na aldeia de Al-Manara pertencia a Sharhabil Sayed, um oficial do Hamas no Líbano, morto num ataque aéreo israelita em 2024.
Um fotógrafo da agência France-Presse (AFP) viu dezenas de famílias a fugir da aldeia de Kfar Hatta, no sul do país, pouco antes do ataque, enquanto drones sobrevoavam intensamente a zona.
Sob forte pressão dos EUA e com a intensificação dos bombardeamentos israelitas, Beirute prometeu desarmar o Hezbollah, que saiu da guerra com Israel severamente enfraquecido.
O Exército libanês comprometeu-se a desmantelar as estruturas militares do movimento entre a fronteira israelita e o rio Litani, a cerca de 30 quilómetros a norte, até ao final de 2025.
As quatro aldeias visadas estão localizadas a norte do rio Litani.
Está agendada uma reunião do Governo para quinta-feira no Líbano, durante a qual o Exército deverá apresentar uma atualização sobre a situação.
Na quarta-feira, o comité de monitorização do cessar-fogo, que inclui representantes do Líbano, Israel, Estados Unidos, França e ONU, vai realizar uma reunião.
O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Saar, elogiou no domingo os esforços do Governo e do Exército libaneses, mas acrescentou que estão "longe de ser suficientes".
Pelo menos 350 pessoas foram mortas por disparos israelitas no Líbano desde o cessar-fogo, segundo uma contagem da AFP baseada em dados do Ministério da Saúde libanês.
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