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Casa Branca tentou atrasar votação sobre divulgação de documentos de Epstein mas falhou
Esforço desmoronou quando os senadores aprovaram a publicação dos documentos sobre Epstein. Espera-se de Trump assine esta quarta-feira o projeto.
A Casa Branca tentou discretamente pressionar os senadores a atrasarem a votação, que obrigaria à divulgação dos arquivos sobre Jeffrey Epstein. A notícia é avançada esta quarta-feira pela agência de notícias Reuters, que cita duas fontes a par do assunto, e que refere que, no domingo, os principais assessores da Casa Branca concluíram que a sua campanha para impedir a votação havia fracassado e que teriam de mudar o foco da prevenção para o controle de danos.
Casa Branca tentou atrasar divulgação de documentos de Epstein, mas senadores aprovaram publicação
AP Photo/Mark Schiefelbein
Maioria dos republicanos acredita que estão a ser ocultadas informações
A polémica que visa Jeffrey Epstein está já a afetar o mandato de Donald Trump. Segundo a mais recente sondagem da Reuters/Ipsos, apenas 44% dos republicanos acredita que o presidente está a lidar bem com este caso. Enquanto isso, outros 60% acredita que o governo federal está a esconder informações sobre a morte de Epstein e 70% acredita que estão a ser ocultadas informação sobre os envolvidos nos crimes sexuais. Trump conviveu e frequentou festas com Epstein nas décadas de 1990 e 2000, antes do que o presidente diz ter sido um desentendimento entre ambos, e em 2008 Epstein declarou-se culpado de uma acusação de prostituição, tendo cumprido por isso 13 meses de prisão. Já em 2019, o Departamento de Justiça dos EUA acusou-o de tráfico sexual de menores, tendo Epstein se declarado inocente, antes de morrer na cadeia. Vários anos depois, muitos dos eleitores continuam a acreditar que o governo Trump cobriu os laços de Epstein com figuras poderosas e obscureceu os detalhes sobre a sua morte na prisão de Manhattan - que à altura foi considerado suicídio. O presidente negou, no entanto, qualquer irregularidade com o material de investigação. Ainda assim, os democratas conseguiram divulgar na semana passada um e-mail de Epstein, de 2019, que afirmava que Trump "sabia das meninas". Este documento acabou por aumentar ainda mais a frustração, quer dentro quer fora da Casa Branca. Esta semana, o presidente atacou até uma jornalista que o pressionou sobre o caso: chamou-a de uma "pessoa horrível" e disse: "Cala a boca, porquinha"Artigos Relacionados
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