Entrevista

Paulo Guinote: ministro é "desnecessariamente condescendente e paternalista com os professores"

Paulo Guinote: ministro é 'desnecessariamente condescendente e paternalista com os professores'
Raquel Lito 20 de janeiro

O autor de "Memórias da Grande Marcha dos Professores", em 2008, faz um paralelo com os protestos atuais da classe. Diz que pouco mudou e acha que o processo negocial em curso serve apenas para "início de conversa".

Passaram 15 anos desde "a grande marcha dos professores", que Paulo Guinote descreveu em mais de 300 páginas (Oficina do Livro). Mas pouco mudou, avalia o autor em entrevista à SÁBADO. As reivindicações que levaram 100 mil pessoas à rua, em março de 2008, são semelhantes às atuais, como a reestruturação da carreira, ou o afunilamento da progressão. Também a mobilização da classe e o espírito de união se mantiveram. 

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