Shark Tank académico: do ISCTE para Boston

Shark Tank académico: do ISCTE para Boston
Raquel Lito 31 de julho de 2016

A ideia parece elementar: um penso para feridas crónicas. Mas não é: envolve nanotecnologia e cinco anos de investigação. Para convencer os investidores, o cientista de Coimbra só precisou de discursar três minutos. Um projecto de negócio com potencial de milhões

Bastaram três minutos – e não os 15 de Andy Warhol – para um cientista português ficar famoso numa espécie de Shark Tank académico. Os investidores aka "tubarões" eram sete, e, de forma agregada, representavam fundos de 300 milhões de euros. O "pitch", ou apresentação cujo tempo limite equivale a uma viagem de elevador, tinha de ser claro e conciso. O projecto vendável.

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