Proposta do PAN recebeu luz verde do PS, BE, PCP e Chega, voto contra do PSD e abstenção da Iniciativa Liberal.
Os deputados aprovaram esta segunda-feira na especialidade uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2022, apresentada pelo PAN, para a contratação de até 25 intérpretes de língua gestual portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde.
Nas votações na especialidade, a proposta da deputada única do Pessoas-Animais-Natureza mereceu os votos favoráveis de PAN, PS, BE, PCP e Chega, o voto contra do PSD e a abstenção da Iniciativa Liberal.
"Em 2022, o Governo procede à contratação de até 25 intérpretes de língua gestual portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde, priorizando a resposta a episódios de urgência no contexto dos serviços de urgência médico-cirúrgica", lê-se na proposta apresentada pela deputada Inês Sousa Real.
Nos objetivos da proposta, o PAN lamenta que "depois de constar nos Orçamentos do Estado de 2019 e 2020, a contratação de até 25 intérpretes de língua gestual pelos hospitais do país, os estabelecimentos de saúde têm optado por prestadores de serviços nos momentos em que existe necessidade".
E defende que "manter estes profissionais em situações contratuais com vínculo instável e precário, por serem contratados como trabalhadores independentes não respeitam o previsto nos referidos orçamentos do Estado".
A deputada única do PAN justifica esta proposta de alteração ao Orçamento do Estado para este ano "para que não se abandone a ideia prevista nos anteriores orçamentos do estado e caminhe para a existência de intérpretes para acompanhar as pessoas tanto em hospitais como nos centros de saúde associados".
SNS vai contratar 25 intérpretes de língua gestual
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.