A publicação é acompanhada de uma imagem na qual se vê Luís Montenegro na reunião virtual com os líderes da Ucrânia, União Europeia (UE), NATO, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Polónia e Donald Trump.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, pediu esta quarta-feira que se chegue a um cessar-fogo e a uma “paz justa e duradoura na Ucrânia” o mais rapidamente possível e frisou que a União Europeia e os Estados Unidos estão unidos e determinados.
Montenegro apela a cessar-fogo e paz "justa e duradoura" na UcrâniaRODRIGO ANTUNES/LUSA
“Unidade e determinação – foi este o espírito da Coligação e desta com os Estados Unidos da América (EUA) na reunião que tivemos esta tarde. Juntos temos de conseguir, o mais rapidamente possível, o cessar-fogo e uma paz justa e duradoura na Ucrânia”, lê-se numa publicação de Luís Montenegro na rede social X (antigo Twitter).
A publicação é acompanhada de uma imagem na qual se vê Luís Montenegro a participar na reunião virtual que se realizou esta tarde com os líderes da Ucrânia, União Europeia (UE), NATO, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Polónia e o próprio Presidente norte-americano, Donald Trump.
Unidade e determinação — foi este o espírito da Coligação e desta com os EUA, na reunião que tivemos esta tarde. Juntos temos de conseguir, o mais rapidamente possível, o cessar fogo e uma paz justa e duradoura na Ucrânia. pic.twitter.com/8q71IhVW09
Esta reunião realizou-se a dois dias da cimeira entre Trump e Putin, que se vai realizar na base militar de Elmendorf-Richardson, em Anchorage, no Alasca, com vista a um acordo de paz para o conflito na Ucrânia, tratando-se da primeira reunião entre os líderes de Estados Unidos e Rússia desde que Moscovo lançou a invasão em grande escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
A invasão desencadeou um conflito considerado como a situação mais grave de segurança na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
O Presidente ucraniano não foi convidado para estar presente na reunião de sexta-feira, mas já se opôs à possibilidade levantada por Donald Trump de haver cedências de território.
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