Os mortos desprezados e os vivos desprezíveis
Um ano depois do acidente, Lisboa continua sem Glória e sem vergonha.
Um ano depois do acidente, Lisboa continua sem Glória e sem vergonha.
Na apresentação pelo Colo-Colo, o guarda-redes cabo-verdiano Vozinha explicou por que faz questão de usar o apelido na camisola, afirmando que o nome o acompanha desde o início da carreira e que representa uma homenagem aos avós e às suas origens.
Produtores pecuários consideram que ajuda de 48 euros por ovino morto fica aquém das necessidades.
Sistemas frágeis produzem comportamentos frágeis. Quando os processos são ambíguos, os controlos insuficientes e os exemplos contraditórios, mesmo profissionais competentes podem tomar decisões erradas.
O que aconteceu foi isto: um humano sobrevive a um violentíssimo tremor de terra, que mata a sua mulher, e destrói parte significativa da Venezuela, e, ao sair lá de baixo, em estado de sobrevivente em luto, alguém lhe diz: está preso.
Em agosto, a atriz e dramaturga portuguesa leva duas obras de reconstrução pessoal ao Reino Unido: "Break Up" e "Voltei". A segunda será apresentada no maior festival de artes performativas do mundo.
Houve 370 dadores e foram colhidos 877 órgãos provenientes de dadores falecidos.
Desinformação espalhada online e localmente cria cada vez mais resistência às medidas de segurança.
Um duplo sismo atingiu a Venezuela no dia 24 de junho e a população e equipas de resgate continuam a buscam por corpos.
De "Thriller" (1982) a "Nirvana" (1991), escolhemos 19 discos e canções que ajudam a retratar os Estados Unidos da América a várias dimensões.
Dayana Patino estava no 8.º andar de um prédio quando aconteceram os dois sismos na Venezuela.
Apesar da rápida evolução do surto de ébola no Congo, a infecciologista Margarida Tavares afirma que a transmissão fora do continente africano é rara.
Uma investigação policial revelar uma rede organizada de captura e tráfico de animais no sul do Vietname. Muitos dos animais eram alegadamente animais de companhia roubados às famílias.
Numa operação contra uma rede de tráfico de carne daqueles animais.
Qualquer país que seja atacado deve defender-se, e a defesa, em certas ocasiões, vive na prevenção.
Em nome da ciência e da investigação em saúde, os ratinhos do biotério do GIMM, que visitámos, servem de cobaias para novos avanços em fármacos ou tratamentos de doenças humanas, como o cancro. Há uma gama alargada de procedimentos legais para garantir que, do início ao fim, sofrem o menos possível