CR7 e o zepelim
A propósito das tolices que se disseram em torno da visita de Ronaldo a Trump, lembrei-me de uma de muitas letras geniais de Chico Buarque: “Geni e o Zepelim”.
A propósito das tolices que se disseram em torno da visita de Ronaldo a Trump, lembrei-me de uma de muitas letras geniais de Chico Buarque: “Geni e o Zepelim”.
João Marecos, elemento da lista de Noronha Lopes, critica envio de mensagem a presidentes das Casas do Benfica.
A 23ª edição reúne, em Abrantes, doçaria de todo país, entre 24 e 26 de outubro, irá assinalar os 80 anos da Nacional 2.
Ventura pode ter tido a sua imagem em cartazes pelo país fora que não engana os eleitores. Os portugueses demonstraram distinguir bem os atos eleitorais.
Quem rasga as vestes pelo perigo que o Chega possa representar para o regime não pode colocar-se na mesma posição e tentar, do outro lado, subverter o amado regime para travar o Chega.
Mesmo quando não há nada de novo a dizer, o que se faz é “encher” com vacuidades, encenações e repetições os noticiários. Muita coisa que é de enorme importância fica pelo caminho, ou é apenas enunciada quase por obrigação, como é o caso de muito noticiário internacional numa altura em que o “estado do mundo” é particularmente perigoso
Esta semana, sugerimos-lhe um bar de coctkails e pratos japoneses mas também muitos concertos de entrada livre, de Lisboa e Porto ao Algarve.
A auditoria ao INEM é um retrato implacável da opacidade que manda, há anos, em alguns negócios do Estado
A caminho do terror, Osama bin Laden cumpriu uma paragem por Lisboa. Anos antes dos ataques do 11 de Setembro, o fundador e líder histórico da Al-Qaeda viajou até Portugal para estabelecer contactos misteriosos com pessoas e instituições. A SÁBADO conta tudo.
Mostrou um país a preto e branco que se transformou com a Revolução de Abril. Fotografou rostos anónimos e celebridades com a nobreza exigida em cada momento e fez da máquina fotográfica a sua arma.
Gouveia e Melo e Rui Rio querem presidencializar o regime à sua maneira muito própria.
Ambos foram pioneiros: Francisco foi o primeiro latino líder da Igreja; Prevost, o primeiro americano.
O novo pontífice optou pela tradicional vestimenta papal que Francisco recusou, num sinal de simplicidade. O norte-americano recuperou a mozeta encarnada, a estola com bordados dourados, os sapatos encarnados e o colar com a cruz de ouro. Mas acrescentou um toque moderno ao traje.
“Senti atração por duas raparigas”, confessou sobre a juventude. No início, a mãe não reagiu muito bem quando lhe disse que queria ser padre. No dia em que foi eleito Papa, ligou à única irmã viva.
Logo nas primeiras horas, após ser eleito, percebeu-se que Francisco seria diferente dos antecessores. Dispensou todos os luxos – até os sapatos vermelhos.
Numa instituição conservadora por excelência, a Igreja Católica, o Papa Francisco foi um progressista, sem dúvida. Ele era um magnífico-simples-porteiro que abria portas com alegria.