Sábado – Pense por si

A cor mais valiosa do mundo

Sónia Bento
Sónia Bento 06 de janeiro de 2026 às 23:00

Feita a partir da pedra lápis-lazúli, o "azul ultramarino" foi a tinta mais procurada pelos pintores renascentistas para as obras religiosas e retratos dos reis e imperadores.

Chamam-lhe “azul verdadeiro” ou “ultramarino” e chegou a ser a tinta mais preciosa, rara e cara do mundo. O pigmento feito a partir da pedra semipreciosa lápis-lazúli, proveniente do Afeganistão, era na época medieval o mais procurado pelos artistas. Aquele azul profundo, intenso e com brilhos dourados deu aos pintores renascentistas a ideia de que aquela era a cor perfeita para realçar o poder, o divino e o celestial, tornando-se no tom mais usado em obras religiosas, nas vestes da Virgem Maria, em retratos de reis e rainhas, de imperadores e de mecenas ricos.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login

Assinatura Digital SÁBADO GRÁTIS
durante 2 anos, para jovens dos 15 aos 18 anos.

Saber Mais