O desafio do tudo ou nada no Irão
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
Líder Supremo do Irão morreu durante os bombardeamentos dos EUA e Israel em Teerão.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Márcia Sensitiva, a famosa médium brasileira, falou com a SÁBADO sobre o ano que aí vem, do Mundial de Futebol, das guerras, de seres de outros planetas e do seu show, que traz a Lisboa e a Braga, em março
Foram atribuídos a dois cientistas da Fundação Champalimaud.
A faturação das clínicas aumentou 46% em dois anos – os donos procuram mais e melhores tratamentos e há grupos económicos que dominam o mercado.
No mês de sensibilização para este tipo de tumor, Filipe Paixão conta na primeira pessoa como recebeu o diagnóstico e a importância de haver um rastreio. Fez recentemente 40 anos e não sabe por quanto tempo conseguirá desafiar as estatísticas. O cancro do pulmão é o que mais mata, justamente porque a maioria se descobre muito tarde.
Um grupo de cientistas deu um enorme salto na pesquisa neurocientífica ao desenvolver um mapeamento cerebral detalhado de mamíferos.
Neste momento existem oito tratamentos com células CAR-T autorizados na UE, úteis em casos de crianças com diagnósticos terminais. No entanto, as farmacêuticas cobram um valor superior a 300 mil euros por paciente.
O tema tem como convidados o músico norte-americano Yves Tumor e a cantora e compositora islandesa Björk. É o primeiro avanço de "Lux", álbum que chega em novembro.
Carminho está ao lado de Björk, Silvia Pérez Cruz e Yves Tumor entre os convidados de "Lux", álbum gravado por Rosalía com a Orquestra Sinfónica de Londres. Sai a 7 de novembro.
A comunidade do surf nacional despediu-se de um talento que partiu demasiado cedo.
Entre as doenças oncológicas, é das mais temidas. No entanto, os tratamentos inovadores e a prevenção primária ainda não estão amplamente disponíveis.
A doença não tem só uma carga emocional, representa uma grande perda de rendimento para as famílias. Há quem se endivide e peça ajuda – até para comer.
Há 10 anos, os doentes com cancros em estado avançado podiam morrer ao fim de seis meses, mas agora chegam a viver mais cinco anos. Tudo graças aos novos avanços da medicina contra esta doença. Nesta edição, trazemos-lhe ainda os possíveis nomes do governo-sombra do Chega e uma entrevista (em forma de caminhada) com a escritora Maria Francisca Gama.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.