Tate já não reúnem tantos apoios junto de figuras próximas de Trump
Andrew e Tristan Tate foram detidos nos EUA sob acusações de violação e tráfico sexual. Reino Unido está a pedir a extradição dos irmãos.
Andrew e Tristan Tate foram detidos nos EUA sob acusações de violação e tráfico sexual. Reino Unido está a pedir a extradição dos irmãos.
"Não vamos fazer isso", terá garantido Trump sobre a possibilidade de entrar em guerra com o Irão no início de 2025.
Trump não sabe como sair da encruzilhada iraniana e anda a tentar disfarçar. Fala do tempo em que os EUA estiveram metidos no Vietname, no Iraque, no Afeganistão. Avisa que "ainda vai demorar algum tempo" até os preços dos combustíveis baixarem. Projeta uma ilusão de controlo quando, na verdade, está a perder em toda a linha: internamente, a sua aprovação está em queda e a inflação sobe; externamente, a perda de prestígio e de confiança nos EUA é muito evidente. Mesmo que continue a haver quem veja "plano" e "racionalidade" onde, manifestamente, não há.
A aliança entre o líder norte-americano e o primeiro-ministro israelita, assim como a ausência de oposição por parte dos conselheiros de Trump, à exceção de um, colocaram os EUA em guerra com o Irão.
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Não se regem pelas regras do jornalismo, mas (des)informam multidões que os acompanham reli giosamente pelas redes — e começam a competir com os media tradicionais.
A administração americana faz tudo para abafar o assunto ou desviar as atenções, mas a verdade é que o nome do Presidente aparece nos ficheiros do processo ligado ao escândalo sexual de Jeffrey Epstein.
Putin, para o enviado de Trump, “não é mau tipo”, é até “gracioso e brilhante”. A Ucrânia, para a atual administração americana, “é um país falso”. E ainda há quem duvide da preferência de Trump por Putin em relação a Zelensky? Primeira decisão prudente: perder as ilusões sobre o que possa vir de Washington.
Reunião ocorre após os EUA se terem reunido, na noite de domingo, com a Ucrânia. Sabe-se que um dos tópicos a ser debatido hoje será o destino do território ucraniano, atualmente ocupado pela Rússia.
Tem 40 anos, é conservador, nacionalista, opõe-se ao aborto e ao controlo de armas. Investidor em capitais de risco, senador e veterano dos Marines, cresceu pobre, decidiu contar a sua história em livro e as portas da política e do populismo de direita abriram-se em par.
Investigado por cibercrimes e crimes financeiros, o empresário de 39 anos foi detido em Paris. O Telegram diz que está injustamente a responder por abusos na plataforma.
"Todo o futuro dos democratas é controlado por pessoas sem filhos. Como é que podemos entregar o nosso país a pessoas que realmente não têm interesse nele?" , questionou JD Vance em 2021.
O objetivo de Putin não é ser verdadeiro, mas sim persuasivo, a fim de colocar outros governos sob uma pressão cuidadosamente moldada.
Vasco Rato, João Carlos Barradas e Nuno Tiago Pinto analisam, esta semana, o que o candidato à presidência dos EUA disse sobre a NATO, a entrevista de Putin a Tucker Carlson e as eleições indonésias.
Ao contrário do que se diz, a “entrevista” de Tucker Carlson a Vladimir Putin foi instrutiva, esclarecedora e marcante. Mas não da maneira que o Kremlin e os seus gentis organizadores julgam.
Foi um triunfo jornalístico ou um golpe promocional para ambos? O presidente russo passou as suas já conhecidas visões sobre o que passa na Ucrânia. Carlson reavivou o seu estatuto como uma das vozes mais fortes do “trumpismo”. O percurso pessoal deste ex-jornalista e ultra-conservador, que é o exemplo perfeito do que aconteceu nos últimos anos à direita e à sociedade norte-americana.