Sábado – Pense por si

Lucília Galha

Tudo o que a ciência já consegue prevenir

O paradigma da saúde está a mudar: já não basta tratar, o que se pretende é evitar que as pessoas adoeçam. A sequenciação genética permite detetar doenças antes de haver sintomas e até as bactérias ajudam a descobrir problemas de forma precoce. A antecipação salva vidas - conheça cinco histórias.

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Luísa Oliveira

A dura vida dos ratos de laboratório

Em nome da ciência e da investigação em saúde, os ratinhos do biotério do GIMM, que visitámos, servem de cobaias para novos avanços em fármacos ou tratamentos de doenças humanas, como o cancro. Há uma gama alargada de procedimentos legais para garantir que, do início ao fim, sofrem o menos possível

Cuidados intensivos

A descivilização ocidental

Em França, a destruição sazonal já faz parte do calendário. E, como lembrava o nosso Eça, de França tudo nos chega pelo paquete – como, aliás, tem chegado: dos cocktails Molotov nas marchas contra o aborto aos pirómanos de rosto coberto junto à escadaria do Parlamento, vai crescendo por cá um certo gosto por estes passatempos, usualmente com o carimbo da extrema-esquerda.

A obesidade que ninguém quer ver

Mais de um quarto dos adultos portugueses vive com obesidade, uma doença crónica, complexa e multifatorial que a sociedade trata como uma escolha. No MAAT Central, conta-se o outro lado da história: os desafios e a esperança na primeira pessoa.

Dormir profundamente é o foco do turismo do sono
Sónia Bento

Pagar só para dormir

Num mundo stressado e híper estimulado, há cada vez mais pessoas dispostas a pagar para conseguir descansar. Os hotéis oferecem experiências para noites de sono reparador.

Fundou o movimento Acorda há um ano e dois meses, dedicado à valorização do amor-próprio. Atualmente, tem cerca de 20 associados
Raquel Lito

A cura sem receita médica, segundo Gustavo Santos

Numa palestra em Sintra, o ex-apresentador manifesta-se contra a quimioterapia e as vacinas. Afirma ter uma missão através do movimento Acorda. O bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, classifica estas teses como "perigosas". No último ano, a Ordem dos Médicos recebeu dezenas de queixas relacionadas com a atividade do influencer na divulgação deste tipo de conteúdos.

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