Sábado – Pense por si

Os Gato Fedorento divertem-se na praia, em Fátima, num estúdio e num campo de futebol
Dulce Garcia

No planeta do disparate: uma semana com os Gato Fedorento

Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.

Os centros para onde vão os jovens com problemas com a justiça não são prisões nem colégios internos
Luísa Oliveira

Centros educativos: Há vida além da sentença?

Quando um menor até aos 16 anos entra num centro educativo, espera-se que de lá saia mais encarreirado. Nunca está sozinho, tem apoio psicológico, é obrigado a ir às aulas e pratica muito desporto

Trump já perdeu mas não sabe como disfarçar

Trump não sabe como sair da encruzilhada iraniana e anda a tentar disfarçar. Fala do tempo em que os EUA estiveram metidos no Vietname, no Iraque, no Afeganistão. Avisa que "ainda vai demorar algum tempo" até os preços dos combustíveis baixarem. Projeta uma ilusão de controlo quando, na verdade, está a perder em toda a linha: internamente, a sua aprovação está em queda e a inflação sobe; externamente, a perda de prestígio e de confiança nos EUA é muito evidente. Mesmo que continue a haver quem veja "plano" e "racionalidade" onde, manifestamente, não há.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

Cátia Silva tem 37 anos, é madrasta há quatro, com dois  enteados (de 6 e 11) e um filho (de 7) do anterior relacionamento
Raquel Lito

Árvore de família com ou sem madrastas?

Com o Dia da Mãe à porta, a 3 de maio, as questões ganham relevo: como lidar com os enteados, não sendo a má da fita, mas estabelecendo regras. Cinco mulheres contam à SÁBADO os desafios dos núcleos familiares recompostos, onde estão inseridas, e que aumentaram 17,9% numa década. Veja o vídeo.

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