Sábado – Pense por si

O Real Coliseu de Lisboa exibiu os primeiros filmes em Portugal
Susana Lúcio

As primeiras sessões de cinema foram assim

Em 1896 os portugueses espantaram-se com danças do ventre, bailes de Carnaval e serralheiros em movimento numa tela. As curtas-metragens duravam um minuto.

Maria Henrique Espada

O melhor do mês de maio

Uma fuga épica da corte, várias fugas à justiça, algumas fugas ao escrutínio público, e pistas para fugir daqui para espairecer: maio foi bom, e deixámos sugestões para que possa ser ainda melhor.

A seleção do Uruguai que, em 1930, se tornou a primeira a vencer um Mundial de futebol
Carlos Torres

Curiosidades dos Mundiais de futebol (1): Um barco levou quatro seleções

Em 1930, França, Roménia, Bélgica e Brasil chegaram ao Uruguai no mesmo barco. Muitas seleções recusaram participar porque os jogadores, amadores, não podiam faltar aos empregos. Em 1934, o Uruguai, em retaliação pelas ausências dos europeus, não viajou para Itália. Foi a única vez que um campeão mundial não foi defender o título.

Arte urbana invade favela da Rocinha para celebrar o Mundial de Futebol

Arte urbana invade favela da Rocinha para celebrar o Mundial de Futebol

Em contagem decrescente para o Mundial de Futebol, a favela da Rocinha, a maior do Rio de Janeiro, no Brasil, ganha novas cores para celebrar a competição. Artistas e moradores locais pintaram uma das ruas principais, resgatando a antiga tradição de pintar as ruas com elementos relacionados com o mundial.

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30