Sábado – Pense por si

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Ljubomir Stanisic
Raquel Lito

A nova vida do chef Ljubomir Stanisic, em lume brando

Afastado das estrelas Michelin e dos restaurantes, o enfant terrible dos tachos refugia-se no seu monte alentejano, perto de Grândola. Caça, pesca, cozinha em modo primitivo e organiza eventos para pequenos grupos numa estrutura em forma de gaiola.

O "chic-nic" de 3 de maio, evento premium que teve apoio  da câmara de Lisboa. À esquerda, Gonçalo Castel-Branco em 2017, no projeto ferroviário The Presidencial, que iria motivar um processo judicial contra a CP
Marco Alves

Promotor do "chic nic" já recebeu €3 milhões do Estado para eventos de luxo

Os €75 mil que a câmara de Lisboa deu a Gonçalo Castel-Branco são a ponta do icebergue. O Chefs on Fire, festival gastronómico "premium", recebe milhões, sobretudo do Turismo de Portugal. Ao mesmo tempo, o promotor (que reconhece dependência dos subsídios) está a processar uma empresa do Estado (a CP) em €2 milhões

Há cada vez mais restaurantes a proibir telemóveis à mesa
Luana Augusto

Há cada vez mais restaurantes a proibir telemóveis à mesa

A "desintoxicação digital" está a ganhar cada vez mais força em países como os Estados Unidos ou Inglaterra: onde os clientes são instados a deixarem os telemóveis em cacifos. Há até quem ofereça descontos ou até mesmo gelados por esta prática. Este tipo de iniciativas também já chegaram a Portugal, mas ainda são raras.

Lisboa, vista do miradouro, com a Ponte 25 de Abril e o Cristo Rei ao fundo
Lusa

Open House vai abrir portas a 77 espaços que alimentam Lisboa

Desde a produção à comercialização, passando pela distribuição e preparação, a edição deste ano irá abrir ao público cozinhas, algumas delas históricas, armazéns, lojas, locais de gestão de resíduos, restaurantes, mercados e hortas comunitárias com impacto na vida quotidiana e no planeamento urbano da cidade.

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

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