Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Foi publicada poucos dias antes de a escritora morrer.
Intelectual de proa, bióloga e romancista, casou-se três vezes, uma delas em Las Vegas com botas de pele de cobra. Adotou dois miúdos, teve uma depressão, declarou insolvência e deu explicações para pagar as contas. Sobreviveu a um acidente, nunca largou a escrita e mudou-se para Estremoz, a terra do seu primeiro amor.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão, incluindo nessa liberdade muita coisa que está em Portugal no âmbito das proibições constitucionais. Mas sempre disse que o limite seria o crime, e há crime no uso da palavra e da escrita exclusivamente para a calúnia, o insulto e difamação.
Ator e encenador, minhoto de Braga, apaixonado pelo teatro, fez cinema e atingiu a maior popularidade na televisão. Morreu aos 66 anos, vítima de cancro.
O primeiro português a ter duas estrelas Michelin cresceu em Cascais, marcado pela morte súbita do pai quando tinha 7 anos. Quis ser arquiteto, mas acabou a conquistar prémios de cozinha - o primeiro no Tavares, onde até toalhas pagou.
Odair Moniz morreu no dia 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, depois de ter sido baleado pela polícia. Julgamento do agente da PSP arrancou esta quarta-feira.
No centenário de Cardoso Pires, Mário Barroso revive uma história de paixão, engano e coragem nos anos 1960. O filme, com Júlia Palha e Nuno Lopes no elenco, chega esta 5.ª feira às salas.
Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.
E assim chegamos ao fatídico dia: 28 de julho de 1995. Depois da tragédia, D. Alice percebeu que, na véspera, o patrão estivera a escrever um conjunto de cartas, uma das quais destinada a ela própria. Outras, a vários poetas. Pedia desculpa pelo transtorno. O sangue das vítima sujara toda a casa. Os filhos ingleses só souberam anos depois e ainda procuram respostas.
A redação da SÁBADO (a que não está a banhos) sugere-lhe livros para ler quando não estiver a dar mergulhos, a renovar o protetor solar ou a comer uma bola de Berlim.
Um crime violento contra um idoso foi o rastilho para grupos extremistas apelarem a agressões contra imigrantes. “O Vox alimentou o conflito em Torre Pacheco com a sua retórica”, considera Miguel González, do El País, à SÁBADO.
O dono da Prozis, patrocinador do polémico anúncio contra o aborto, tem um podcast com 100 mil seguidores, está a formar uma “comunidade” chamada "V Império" e a tentar legalizar um novo partido político libertário na economia e ultraconservador nos valores, com os estatutos copiados dos do PCP. Milhão vai criar uma fundação "pró vida” e tem a ambição de entrar no negócio nos media. Para onde corre?
Pacheco (1925-2008), uma "figura capital da literatura portuguesa do século XX", tem ainda inéditos por publicar, documentos preservados pela família do autor.
Garante que está sempre preparado para um apagão, sente-se confuso com estas eleições, não tem saudades do Bino, sua personagem em Festa é Festa, na TVI, e acha que Gouveia e Melo será um bom Presidente.
O Facebook, o Whatsapp, o Instagram e o TikTok mudaram para sempre a forma como comunicamos. Passámos por uma pandemia que nos confinou durante meses, hoje compramos quase tudo pela Internet, conduzimos carros elétricos, fomos campeões no futebol e ficámos sem a Rainha de Inglaterra.