Sábado – Pense por si

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A família imperial disputa a sucessão e um homem paga 30 mil euros para ser conde
Raquel LitoSónia Bento

Venda de títulos no mercado negro, pratas desaparecidas e palácios trancados: as guerras dos descendentes de D. Pedro II

Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.

Imagem de Moledo da década de 60 do século passado, já então era destino de férias da burguesia do Norte
Raquel Lito

Moledo, um século de gente fina

Desde a 1.ª República que atraiu notáveis, como Bernardino Machado, depois Almada Negreiros e muitos mais. O estatuto notava-se na praia, pelas zonas de barracas com baloiços à frente e servidas por criadagem (fardada). À noite, organizavam-se tertúlias.

Ventos de Oeste

Cuidado com os idos de março

O que aconteceu nos EUA com as nomeações de juízes para o Supremo Tribunal Federal feitas por Trump e “carimbadas” pela sua maioria MAGA no Senado, deveria ser um sinal de alerta mais do que suficiente para os perigos que decorrem de um acordo com um partido xenófobo, racista e fascista como é o Chega.

Após vencer em San Siro, o Bodo/Glimt tornou-se a primeira equipa da Noruega a ganhar quatro jogos consecutivos na Champions
Carlos Torres

Bodo/Glimt: Atenção aos "selvagens" que vêm do Ártico

Em 2017 andava na II Liga da Noruega e agora é a equipa-sensação da Champions: os jogadores fazem ioga e meditação antes dos treinos, têm um mental coach que os torna frios e disciplinados e um treinador que não quer saber de resultados.

A saga da família Roquette: fundadores do Sporting e BES com histórias incríveis
Ana Taborda

A incrível saga da família Roquette

Vieram de França a saber cultivar rúcula, compraram grandes herdades, participaram em caçadas com reis e infantes, fizeram-se barões em Salvaterra. Os seus descendentes foram campeões de ténis e de golfe, fizeram o Sporting e o BES, lançaram o turismo no Algarve – mas também cantaram ópera no Scala de Milão.

João Miguel Tavares escreveu um livro sobre a ascensão de Sócrates ao poder e o País que a permitiu
Maria Henrique Espada

João Miguel Tavares: “Temo que seja possível outro Sócrates”

“Estava tudo à vista” quando o ex-primeiro-ministro foi eleito e reeleito e escreveu um livro a demonstrá-lo. Garante que não está obcecado com ele – o País é que não pensa o suficiente no caso Sócrates e mantém o padrão do deixar passar, até com o atual primeiro-ministro. Fez o retrato de uma “personagem fascinante” que – esqueçam Ventura – pôs mesmo em causa o Estado de direito. O PS fez-se cego e ainda há socráticos por aí. “Deixa-me embasbacado.”

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