Sábado – Pense por si

A sangria, uma parte frequentemente esquecida do legado gastronómico nacional
Pedro Henrique Miranda

O regresso da sangria, o cocktail ibérico de verão

Num mundo que se encaminha para bebidas mais leves e menos alcoólicas, o parente pobre do vinho promete ressurgir: eis a era da sangria, uma receita ibérica que combina com verão.

Lutsk, Ucrânia
Alexandre R. Malhado

Reportagem na Ucrânia: Quando a palavra é uma arma

A cultura também é frente de guerra. Para reforçar a identidade nacional, criam-se unidades militares culturais. Militares lançam livros. Milhões de livros já foram queimados por bombardeamentos russos.

Reputado pela sua proeza técnica, Soy Cuba, de Mikhail Kalatozov, chega aos cinemas portugueses
Pedro Henrique Miranda

"Soy Cuba", o filme-propaganda que seduziu Scorsese e Coppola

Repudiado e esquecido no mundo comunista e redescoberto pelos realizadores nos anos 90 pela sua proeza técnica, "Soy Cuba" tornou-se, entretanto, obra de culto cinematográfico. 62 anos depois, chega aos cinemas portugueses a 13 de agosto.

Andrea Kimi Antonelli entrou para a Fórmula 1 em 2025. Na segunda temporada vai em primeiro lugar destacado
Francisco Máximo Gaié

Kimi Antonelli: o jovem prodígio da Fórmula 1

Tem 19 anos e está há duas temporadas na categoria-rainha do automobilismo. Foi a aposta da Mercedes para herdar o monolugar de Lewis Hamilton. Agora, é o atleta mais novo de sempre a liderar o campeonato mundial de pilotos.

Eric Favre, o pai das cápsulas, criou a empresa, comprada entretanto por um português. A crise deverá determinar a entrada da Delta
Luís Francisco

Do genial inventor suíço até às mãos da Delta

É peça central na história do consumo doméstico de café por via do fundador, Eric Favre, mago das cápsulas monodose. Passou a ser detida por um português, cresceu e gerou lucros, para depois entrar em dificuldades face à conjuntura internacional. A Mocoffee pode produzir, na fábrica na Azambuja, 350 milhões de cápsulas por ano e a Delta já anunciou a intenção de assumir o controlo da empresa.

Os segredos da vida financeira de Salazar
Marco Alves

Dinheiro, gastos e benesses do Estado. Os segredos da vida financeira de Salazar

A preços atualizados, tinha 113 mil euros no banco quando morreu, além de prata, ouro, casas e terrenos, que hoje valeriam milhões. Poupado e com salário de €8.450 (preços de hoje), beneficiou de viver 31 anos numa casa oficial. Recorreu a funcionários e meios públicos para assuntos pessoais, o Estado gastou €1,9 milhões na sua doença e atribuiu-lhe um salário vitalício.

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