NATO/Cimeira: Dinamarca preparada para defender "cada centímetro" da Gronelândia
Após novas ameaças de Donald Trump.
Após novas ameaças de Donald Trump.
Portugal não tem uma cultura patriótica, não conhece a sua história, não tem valores sobre a sua identidade, despreza a língua portuguesa, e torna-se palco da manipulação sistemática nas redes sociais. Com uma excepção perversa: o futebol.
A Casa Branca tornou-se uma máquina de fazer dinheiro. A família do Presidente tem ganho milhões em criptomoedas, imobiliário e até em bíblias e chapéus.
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
O “país excecional e indispensável” chega aos 250 anos com um Presidente que promoveu um ataque ao Capitólio. Não, não é um detalhe passageiro. Provavelmente, acabará mal.
Há um ano mudou de vida: deixou a televisão, voltou-se para o digital e garante que foi o "empurrão" de que precisava para se realizar. Faz caminhadas diárias para refletir, adora Sintra, dançar e viajar. E vibra com a Seleção
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
O PSD faz de conta que não sabe que ir para a cama com alienígenas, pequenos monstros verdes, poços de veneno, gente com Ébola, damas envenenadoras como na Renascença, ou com o Chega, é sair de lá irremediavelmente envenenado e com a pele a mudar de cor, e pequenos vermes no cérebro
Três antigos presidentes dos Estados Unidos e muitas celebridades estiveram presentes na inauguração do Obama Presidential Center, que abre portas ao público esta sexta-feira. Veja as imagens.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
Momento visa celebrar os 80 anos do presidente dos Estados Unidos.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
O Centro Presidencial Obama abre ao público a 19 de junho, após uma cerimónia de inauguração com a presença de amigos e familiares dos funcionários do museu, estudantes e jornalistas.
Um juiz federal decidiu que o nome do presidente Donald Trump foi ilegalmente adicionado ao Kennedy Center. Tribunal impede ainda que o governo encerre o centro cultural para renovações.
Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.
O acordo que os Estados Unidos e o Irão estão prestes a concluir incluiria a reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão desde o início dos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.