Sábado – Pense por si

António Lobo Antunes na infância, no bairro de Benfica, com um avião de brincar
Diogo Barreto

António Lobo Antunes. O principezinho de Benfica

Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).

Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, fala sobre urgências regionais
Lusa

Urgência de obstetrícia do Barreiro vai fechar

A governante defende que os profissionais de saúde do Hospital Barreiro foram sujeitos a um "esforço desumano" quando as três urgências de obstetrícia de Setúbal funcionaram em modelo de rotatividade.

A lagartixa e o jacaré

Quando digo que Portugal é um País pobre...

Portugal é um país pobre no papel e importância dos baixos salários, na crise da habitação para os que não tem milhões para comprar casa, na desigualdade e exclusão social, em elites que deslumbradas pela tecnologia estão a destruir o papel fundamental da escola como elevador social, criando gerações que mal falam português, não sabem escrever e não leem.

Os moradores queixam-se de que os resíduos estão a contaminar as águas
Sandro Bettencourt

Repórter SÁBADO: "Vivemos cercados por uma lixeira"

A população de Brejos da Moita acusa a empresa Amarsul de ser a responsável pelas descargas de lixiviado que estão a destruir terrenos agrícolas e a privar o acesso à água potável. O caso está a gerar revolta e pode mesmo configurar num crime ambiental grave.

Cláudio Braga, de 26 anos, leva 14 golos marcados no Hearts
Pedro Ponte

Cláudio Braga escapou a ser trolha e é ídolo na Escócia

Dizia que se não fosse futebolista ia acabar a trabalhar nas obras. Começou a jogar nas ruas de Mafamude (Gaia) com o pai e o irmão e após vários anos nas divisões inferiores destacou-se na Noruega. Agora, Cláudio Braga tem um estádio inteiro a cantar o seu nome em Edimburgo.

Cuidados intensivos

A pornografia da virtude

O liberalismo, como modo de vida, nunca criou raízes profundas nesta terra bruta. O português médio sempre preferiu os confortos da unanimidade — e, quando necessário, da inquisição. É isso que explica que, seis anos depois, o dr. Ventura continue a não ser pensável.

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