Alemanha e Itália congratulam-se com acordo entre União Europeia e Mercosul
Deverá ser formalmente aprovado esta tarde.
Deverá ser formalmente aprovado esta tarde.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
Aconteceu de madrugada, nas celebrações da passagem do ano.
O Mercosul é constituído pelo Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.
Esta força seria "composta por contribuições de nações voluntárias e apoiada pelos Estados Unidos".
Nos próximos dez anos, ninguém nos garante que André Ventura não se tornará Primeiro-Ministro e que não tente um assalto à Constituição para construir a prometida “quarta república” onde vigorarão os tais “três Salazares”.
O Plano Mattei prevê "o envolvimento direto de 14 nações africanas, mais de mil milhões de euros em recursos com que Itália já se comprometeu para projetos no continente africano e sinergia com o Global Gateway".
Mas, afinal, Trump quer tarifas ou não quer tarifas? O Presidente dos EUA ameaça esmagar a China com taxas alfandegárias e diz que isso é "tornar a América grande outra vez". O Presidente dos EUA encontra-se com o homólogo chinês, recua gloriosamente nas tarifas ao rival e declara enorme vitória. Aconteça o que acontecer, Trump autointitula-se vencedor do que ocorre. Porquê? Porque pode.
Três trabalhadores saíram ilesos do acidente e um outro encontra-se hospitalizado.
Quinze ativistas italianos, que decidiram não assinar o documento de expulsão voluntária oferecida pelas autoridades israelitas, irão permanecer em Israel.
A Flotilha Global Sumud é composta por cerca de 50 navios com ativistas, políticos, jornalistas e médicos de mais de 40 nacionalidades, incluindo três portugueses: a deputada Mariana Mortágua, o ativista Miguel Duarte e a atriz Sofia Aparício.
Embarcação irá prestar "assistência aos cidadãos italianos" em "possíveis ações de socorro".
O presidente norte-americano tem a intenção de interferir ativamente nas eleições europeias, direcionar as relações transatlânticas em direções a valores mais conservadores e juntar os líderes populistas no tema da liberdade de expressão.
A gafe monumental do “hamburguergate” e as mentiras a ela associadas, como aquela das 1.500 viagens de Marcelo, não deverão prejudicar André Ventura.
Donald Trump culpou a “esquerda radical” pelo tiroteio e prometeu repressão. Republicanos e Democratas já reagiram.
As imagens da primeira-ministra italiana e de outras mulheres foram retiradas das suas redes sociais, manipuladas e publicadas na plataforma italiana Phica.