Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Na nova peça "Um Inimigo do Povo", o autor e encenador leva para palco os imigrantes encostados à parede na Rua do Benformoso, em 2024. E lança um aviso: "Cuidado com a maioria".
O arranque do Wonderland e a feira do vinil, o mercado da Batalha e os jantares de grupo no Attiko, com novos menus. Lisboa e Porto destacam-se para um fim de semana preenchido.
António Ramalho Eanes, general e Presidente da República, com a sua assinalável sabedoria e enorme bom-senso, disse que essa é uma data que deve ser assinalada e recordada, mas não comemorada.
Em novembro de 1975, chegava às salas "Voando Sobre um Ninho de Cucos" e Pier Paolo Pasolini era brutalmente assassinado. O que nos trouxe mais esse ano? "Tubarão", "Barry Lyndon", Carrie Fisher e um Óscar para "O Padrinho II".
A sua newsletter de terça-feira.
Foi o único deputado católico do BE e rosto da luta pela eutanásia: "Não funciono por gavetas". Menos radical que a atual direção, é o novo líder do partido. Cinéfilo, bem-humorado e "dá-se com todos" (do PCP ao CDS).
Já disse há muitos anos, e repito, que o instrumento que mais mudou a sociabilidade dos portugueses foi o telemóvel. Tornou-os mais violentos, mais sós, mais controladores, mais abusivos, mais individualistas na tristeza e na infelicidade.
O mais recente relatório da Fundação Francisco Manuel dos Santos alerta que quase 30% dos trabalhos em Portugal estão em vias de extinção. Falamos de trabalho e não de emprego.
O que é que a recente tendência de chocolate inflacionado pode dizer-nos sobre o tempo em que vivemos? Francisco Louçã e Kiko is Hot tentaram explicar
Oliveira, que editou com a Antígona obras de pendor progressista e anti-capitalista por quase meio século, tinha 85 anos.
Os conservadores dizem que é woke, há quem fale em reacionarismo: talvez nada nos diga tanto sobre o mundo de hoje quanto as reações à nova versão de Branca de Neve (nos cinemas esta 5.ª, 20).
Da mesma maneira que a publicação de "índices de percepção" acerca da corrupção não fazem qualquer mossa no desenvolvimento dessa nociva actividade económico-social, a propaganda sobre a "insegurança" de nada serve no que respeita ao combate à criminalidade.
Os paralelismos são tantos que acabamos por nos questionar se, de facto, a história tem uma compulsão para a repetição. Mais uma vez, a república parlamentar começa a sucumbir, um pouco por todo o mundo ocidental, ao autoritarismo.
No seu ensaio "Os Judeus e a Comédia", Jeremy Dauber leva-nos a compreender como através dos tempos o humor foi sempre fazendo parte essencial de uma cultura – e de como permanece nos nossos dias.
Trocou Medicina por Filosofia (que se revelaria mais útil em política), foi para o PS aos 15 anos, mas nunca alinhou em unanimismos – e sofreu as consequências. Mas não está melindrado com ninguém. De Bruxelas, não sai para Belém: “Não tenho essa aspiração.”