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De Seinfeld a Woody Allen, o humor judaico radiografado

No seu ensaio "Os Judeus e a Comédia", Jeremy Dauber leva-nos a compreender como através dos tempos o humor foi sempre fazendo parte essencial de uma cultura – e de como permanece nos nossos dias.

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Edição de 3 a 9 de fevereiro
Nuno Miguel Guedes 11 de dezembro de 2024 às 22:58
d.r.

Num programa recente Jerry Seinfeld perguntou ao humorista Ricky Gervais – conhecido pelo seu humor não domesticável – qual era a melhor piada que conhecia. Gervais pouco hesitou: “Há uma piada judaica de que gosto muito pela complexidade que revela: um judeu sobrevivente do Holocausto morre e chega ao céu, onde é apresentado a Deus. E o judeu pergunta-Lhe se pode contar uma piada sobre o Holocausto e conta. No fim, Deus diz ao judeu: ‘Não achei graça nenhuma’; ao que o judeu responde: ‘É natural, não estavas lá...’ Isto é brilhante em termos humorísticos, de provocação do mais sagrado, de autoironia e até em termos culturais, filosóficos e teológicos”, concluiu Gervais.

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