Trump diz que está a negociar com líderes de Cuba após embargo petrolífero
Após a captura de Nicolás Maduro, Trump colocou sob controlo norte-americano o setor petrolífero venezuelano, que tem sido o principal fornecedor de petróleo a Cuba
Após a captura de Nicolás Maduro, Trump colocou sob controlo norte-americano o setor petrolífero venezuelano, que tem sido o principal fornecedor de petróleo a Cuba
Entre as controvérsias está, por exemplo, a atuação dos agentes do ICE, nos Estados Unidos.
Trump disse recentemente que o governo cubano está prestes a cair e que a ilha não receberia mais carregamentos de petróleo da Venezuela após uma operação militar norte-americana ter capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro.
O governo da Venezuela aprovou a revisão da Lei Orgânica dos Hidrocarbonetos, abrindo o setor petrolífero do país à iniciativa privada.
A cedência de território, garantias de segurança e quando os combates devem cessar são as três questões centrais e nas quais os dois lados estão sob discórdia.
Longe vai o tempo em que Trump lhe chamava “Little Marco”, para o humilhar. Hoje é o seu homem para a nova Doutrina Monroe. Rubio ultrapassou J. D. Vance, tem mais poder, uma vendetta contra o socialismo e um plano para subjugar a América Latina aos interesses dos EUA.
“Com base numa reunião muito produtiva que tive com o secretário-geral da NATO, formámos o quadro de um futuro acordo no que diz respeito à Gronelândia e, de facto, sobre toda a região do Ártico”, escreveu o presidente dos EUA nas redes sociais.
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
O presidente dos EUA anunciou uma nova taxa de importação à França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia, pela oposição ao controlo da Gronelândia.
Jens-Frederik Nielsen fez história em 2025 depois de ter sido eleito o primeiro-ministro mais jovem da Gronelândia, liderando os Democratas. Conseguiu chegar a uma maioria no Parlamento unindo quatro dos cinco partidos.
O impasse sobre o futuro da maior ilha do mundo mantém-se. O Presidente norte-americano tem insistido repetidamente que os EUA precisam de controlar o território, uma ambição que tem sido rejeitada repetidamente pelos dinamarqueses e pelos gronelandeses.
Ministro da Defesa diz que não tem mandato para se pronunciar sobre o tema.
França, Alemanha, Noruega e Suécia também já anunciaram que militares seus também vão participar numa missão militar europeia no território.
Trata-se de um sinal de melhoria das relações entre os dois países.
O secretário-geral da NATO já tinha indicado a necessidade de reforçar a presença aliada na ilha ártica.
Primeiro encontro deverá ocorrer num espaço de semanas, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca à saída de reunião que juntou o vice-presidente e o secretário de Estado dos EUA e a conselheira de Negócios Estrangeiros da Gronelândia.