Sábado – Pense por si

Joaquim Monchique em entrevista de vida
Sónia Bento

Joaquim Monchique: "Se tivesse um filho com a minha vibe, não saberia lidar"

Nunca fica off nem a dormir, chega sempre ao teatro horas antes para “entrar em transe” e se tivesse um filho ator garante que o espancava. Aos 58 anos e quase 40 de carreira, vai estrear-se agora no cinema, em Santo António, o Casamenteiro de Lisboa, que chega às salas no próximo dia 10.

Cuidados intensivos

A preto e branco

O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.

Urbanista

A insustentável imprudência

O ministro demite-se, consta, se a auditoria lhe encontrar erro político. Só nessa condição. Marca-se uma época especial lá para setembro, cobra-se a reapreciação à parte e pede-se desculpa. Avancemos. É isso que sabemos fazer. Avançar. Confiamos muito, vivemos na certeza tranquila de que vai correr bem, e por isso não testamos, não verificamos, não ensaiamos para evitar o desastre.

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Ljubomir Stanisic
Raquel Lito

A nova vida do chef Ljubomir Stanisic, em lume brando

Afastado das estrelas Michelin e dos restaurantes, o enfant terrible dos tachos refugia-se no seu monte alentejano, perto de Grândola. Caça, pesca, cozinha em modo primitivo e organiza eventos para pequenos grupos numa estrutura em forma de gaiola.

Lutz Pfannenstiel, antigo guarda-redes alemão, jogou em todos os continentes. Só foi campeão uma vez, na Filnândia
Tiago Carrasco

Foi dado como morto três vezes, esteve preso e teve um pinguim na banheira

Lutz Pfannenstiel passou 101 dias numa das piores prisões de Singapura, foi declarado morto em campo e arriscou ser deportado da Nova Zelândia por causa de um estranho animal de estimação. O antigo guarda-redes alemão, o único futebolista a jogar em clubes das seis confederações da FIFA, contou à SÁBADO os pormenores da sua carreira, a mais frenética da história do futebol.

Os Gato Fedorento divertem-se na praia, em Fátima, num estúdio e num campo de futebol
Dulce Garcia

No planeta do disparate: uma semana com os Gato Fedorento

Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.

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