Várias pessoas feridas na Rússia em ataque de drones ucranianos
Moscovo não adiantou o número de vítimas.
Moscovo não adiantou o número de vítimas.
Moscovo lançou ameaças a Londres depois de a Ucrânia ter utilizado drones britânicos para atacar alvos em território russo. À SÁBADO o ex-ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e o especialista em Relações Internacionais, José Palmeira, consideram improvável uma guerra direta entre Rússia e Reino Unido, mas deixam alertas.
A Ucrânia resiste e colocou novos problemas à Rússia. Mas isso está a levar a uma contradição: Putin, cheirando a vulnerabilidade de Kiev pela falta de intercetores, tenta disfarçar os seus próprios erros escalando nos crimes contra a população ucraniana. No Médio Oriente, a trilateral Arábia Saudita-Turquia-Paquistão gera uma nova equação de segurança regional: sem os EUA e com sinais claros a Teerão, Telavive e, atenção, também a Nova Deli.
Os ucranianos estão a resistir "against all odds". Mas estão a fazer muito mais do que isso. A inovação tecnológica está a travar a invasão russa e a colocar problemas insolúveis para Putin. E agora, que o "o futuro já chegou", devíamos voltar a Joe Biden, o tal "Presidente do passado", que estava, afinal, incrivelmente certo na mensagem de despedida, há um ano e meio
Cenário resultou num incêndio no motor e provocou 12 feridos leves. Passageiros tiveram de ser retirados da aeronave.
As atividades de empresas sediadas na Crimeia e em Shenzhen apareceram no radar do serviços de informações português. Bruxelas tem uma estratégia de combate, diz à SÁBADO o porta-voz para a diplomacia e segurança.
A polícia já confirmou que o suspeito foi detido devido a mandados de prisão pendentes e que não houve feridos na sequência do incidente.
A barbárie de Putin, pelos vistos, não comove o PCP. Felizmente, tem comovido os eleitores, que reduziram o partido a três gatos pintados. Se um dia a bancada ficar vazia, será também por causa da Ucrânia.
A primeira-dama vai presidir o Conselho de Segurança da ONU. A ex-modelo terá funções como definir o programa de trabalho das reuniões, gerir negociações e ser a porta-voz do órgão.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.
Diosdado Cabello acusa os Estados Unidos da América de levarem a cabo um ataque "criminoso e terrorista".
Zelensky vê na integração na UE uma espécie de garantia de segurança, ainda que não compense a não entrada na NATO. É possível sonhar com um cessar-fogo capaz de evitar uma futura terceira invasão russa da Ucrânia (agora para Odessa e talvez Kiev, rumo às paredes da frente Leste da UE)? Nunca num cenário de concessão do resto do Donbass. O invadido a oferecer, pela negociação, ao invasor o que este não foi capaz de conquistar no terreno? Não pode ser. Aberração diplomática que o fraco mediador Trump tenta impor aos ucranianos.
Europeísta Jorge Pinto acusou António Filipe de não defender a UE. Candidato comunista recusa, mas garante não ser "eurodependente".
O sesimbrense Mauro Pinheiro está a combater na Ucrânia há cerca de um ano. Integrado em forças de operações especiais, já esteve em teatros de guerra temíveis como Kharkiv, onde fugiu de drones e até foi dado como desaparecido. Esta é uma história de coragem portuguesa na última fronteira da Europa.
Enquanto a paz para a Ucrânia continua a ser só uma esperança, os russos mantêm a campanha de desinformação. Num plano mais festivo, vejas as sugestões para o fim de semana - e que incluem mercados de Natal.
Vou mais uma vez repetir que o meu entendimento da liberdade de expressão é muito lato e permite mesmo aquilo que se chama “discurso de ódio”. Seja como for, a vandalização é condenável.