O medo na academia, o espelho de um país
A democracia portuguesa é liberal, mas no dia a dia muitas pessoas vivem em micro “regimes” iliberais. As universidades portuguesas são um exemplo.
A democracia portuguesa é liberal, mas no dia a dia muitas pessoas vivem em micro “regimes” iliberais. As universidades portuguesas são um exemplo.
Não é possível proclamar a independência dos tribunais e, ao mesmo tempo, tratar o Ministério Público como uma extensão do poder executivo, um instrumento dócil de políticas de segurança ou uma estrutura sujeita a tutelas hierárquicas que respondem perante o governo.
A rede social não está apenas entregue a políticos profissionais. Pelo contrário, eles foram os últimos a chegar lá. Algumas contas estão identificadas, outras são anónimas. Chegam a milhares de pessoas, discutem políticas e discutem uns com os outros. Por vezes, com ofensas e processos judiciais.
Neste universo mental, a política internacional não é um confronto entre regimes com valores incompatíveis. É uma sequência de pareceres jurídicos, notas de rodapé e interpretações doutrinárias que fazem jurisprudência gerando precedente em que a moral é relativa.
Não há turmas, as aulas só começam depois de almoço e os alunos chegam de pijama e pantufas. É uma escola, mas não uma qualquer: trata-se do único estabelecimento de ensino do País que funciona no interior de um hospital pediátrico – e, este ano, comemora um século de existência.
Desde 2001 que os prémios britânicos funcionam como pista para os vencedores da Academia. O passado mostra consagrações comuns mas a arte nem sempre se alinha.
Presidente ucraniano admitiu um sufrágio nos “próximos 60 a 90 dias", mas o politólogo José Filipe Pinto considera o prazo demasiado ambicioso.
A evolução das políticas públicas de energia e ambiente, desde a década de 70, tem sido positiva, especialmente no domínio da agenda e formulação de políticas, atravessando governos diversos, embora muito por efeito da nossa integração europeia.
O rapper e produtor apresenta pela primeira vez ao vivo um mítico álbum de instrumentais de 2002. Eis a história de "Beats Vol.1: Amor", em breve nos palcos de Lisboa e Porto.
A abertura do festival multidisciplinar vai ficar a cargo da cantora, atriz, dançarina e coreógrafa britânico-ruandesa Dorothée Munyaneza.
Embora seja agora perfeitamente evidente que não há conquistas civilizacionais (sociais e políticas) irreversíveis, há que não entrar em desesperos e desânimos.
A saída iminente de três juízes do Constitucional – podem ser quatro – será um teste ao acordo informal com que o PS e o PSD dividem a influência há 43 anos.
Trump não vai invadir a Gronelândia, a China será mais democrática, vamos ter de dscarbonizar e a classe média será mais forte. O jornalista económico prevê o mundo daqui a 25 anos.
As desastrosas e muito graves falhas do sistema judiciário e do sistema judicial que está no seu centro, também têm a ver com o olímpico desprezo que é dedicado a duas disciplinas fundamentais: a Filosofia e a História.
O Presidente da República fez o discurso das comemorações da Implantação da República na Praça do Munícipio, em Lisboa.
Tempo de eleições um pouco por toda a parte onde vivam seres humanos. E até desumanos. A grande questão continua a ser: apesar dos grandes princípios, o que acontece se maioria não deseja os nossos fins?