Casa Branca rejeita argumento anti-guerra de demissão de diretor de contraterrorismo
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Alexander Alekhine sobreviveu à revolução bolchevique, saiu ileso das duas guerras mundiais, foi impedido de competir e morreu em Portugal, vítima de ostracismo – e da vodka.
É nestes tempos que estamos. Trump começa e começa depois outra coisa outra vez - é um inaugurador de factos, a cada dia.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Federação reiterou que os EUA não estão a cooperar "na emissão de vistos".
Timidez nos comentários sobre a atualidade da América e do mundo, "Batalha Atrás de Batalha" a superiorizar-se a "Pecadores" e noite agridoce para "O Agente Secreto" e "Marty Supreme": o filme da noite.
Publicação surge depois de Donald Trump ter afirmado que, apesar de a seleção iraniana ser "bem-vinda", a sua presença no Mundial2026 é desaconselhada por "razões de segurança".
Rutte defendeu o investimento na indústria de defesa europeia, mas não em detrimento da indústria de defesa dos EUA.
Ahmad Donyamali concedeu entrevista após publicação de Gianni Infantino, presidente da FIFA, sobre a posição de Trump em relação à entrada da seleção iraniana nos EUA.
Aumento do preço da energia já está a custar três mil milhões de euros aos contribuintes.
Com a crise energética a comprometer a soberania europeia, Ursula von der Leyen considera que o abandono progressivo da energia nuclear um "erro estratégico". E anuncia um apoio ao investimento privado.
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
A reação relativamente contida dos mercados à paralisação no estreito de Ormuz não deve ser confundida com otimismo sobre o desfecho da guerra.
Os Estados Unidos e Israel desencadearam pelo seu lado bombardeamentos no Irão desde 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, interrompendo as negociações em curso entre Washington e Teerão, centradas no programa nuclear iraniano.
Claro que, para Trump, o que está em causa é a tal estância balnear que ele quer construir em Gaza.