O melhor do mês de março
As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.
As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.
Faz hoje dois anos que o primeiro-ministro tomou posse.
Não se sabe quem ali trabalha, quantos técnicos tem, nem quanto custa. A reforma administrativa deixou as nomeações desta equipa por esclarecer e os ministros mais dependentes da central… e de Leitão Amaro.
O que aconteceu nos EUA com as nomeações de juízes para o Supremo Tribunal Federal feitas por Trump e “carimbadas” pela sua maioria MAGA no Senado, deveria ser um sinal de alerta mais do que suficiente para os perigos que decorrem de um acordo com um partido xenófobo, racista e fascista como é o Chega.
Há novos casos de assessores e adjuntos que são casados com governantes, deputados e até administradores hospitalares. E há cunhados e militantes sem experiência, que antes trabalhavam em campos de padel e agências de viagens.
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba afirmou que discutiu com os seus homólogos "a atual situação regional e internacional e a necessidade de defender a paz, o direito internacional e a soberania".
Os serviços secretos portugueses avisam que contas de governantes, diplomatas e militares estão a ser alvo de um ataque global.
Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.
Numa altura em que os preços petróleo e do gás natural já registam subidas, teme-se na Europa que se volte à situação de crise energética de 2022.
Sob a alçada de Khamanei as sanguinárias forças de segurança do Irão abriram fogo contra manifestantes durante sucessivas ondas de protestos em 2009, 2019 e nas manifestações que se seguiram após o assassino de Mahsa Amini em 2022.
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
José Manuel Fernandes declarou património superior a €1,4 milhões, mas pediu ajuda ao Estado para pagar a renda. Juntou ao salário (€7.190) um subsídio de reintegração profissional (€4.065) e um subsídio de alojamento (€725) para o ajudar a viver em Lisboa (cidade onde tem duas casas a arrendar)
Desde que tomou posse, o ministro tem acumulado episódios que revelam uma dificuldade recorrente em separar convicção pessoal de responsabilidade institucional. O exemplo mais mediático terá sido a afirmação de que “a longevidade é maior onde se bebe tinto verde”.
No cibercrime, os esquemas cada vez mais sofisticados e a forma de evitá-los. Na política, as regalias dos governantes deslocados.
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.