Presidenciais: Segunda volta realiza-se este domingo em 20 freguesias e secções de voto
Eleição foi adida uma semana devido aos efeitos do mau tempo.
Eleição foi adida uma semana devido aos efeitos do mau tempo.
A grande lição a retirar para os fogos rurais e para as intempéries é a capacidade de conduzir operações complexas, sob pressão mediática e emocional, com foco em resultados.
Ganhou o Presidente Zen. Presumo que Seguro nunca tenha lido Daisetsu Teitaro Suzuki, mas o seu principal mérito é ter percebido que a forma mais eficaz de derrotar o candidato Ventura/ Godzilla
Maria Lúcia Amaral "entendeu já não ter as condições pessoais e políticas indispensáveis ao exercício do cargo, e que lhe foi proposta pelo Primeiro-Ministro".
Candidato às presidenciais considera que "houve falhas no planeamento, no aviso antecipado, nos alertas claros à população, na comunicação do perigo e no aconselhamento prático do que deveria ser feito".
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
A diferença entre os dois candidatos é agora de 34 pontos percentuais.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
E ainda o estranho caso da fotógrafa do CDS-PP e os secretários de Estado que continuam a pedir ajuda para a renda
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
O chefe do executivo disse que neste momento está apenas focado em governar.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.