Primeira-ministra da Dinamarca renuncia horas depois de vencer as eleições, mas ainda pode liderar o país
O Partido Social-Democrata teve o seu pior resultado desde 1903, ocupando agora 38 dos 179 assentos parlamentares.
O Partido Social-Democrata teve o seu pior resultado desde 1903, ocupando agora 38 dos 179 assentos parlamentares.
Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.
Mergulhado numa crise profunda, 60 anos depois da revolução, o país lida com uma mudança iminente imposta pelos Estados Unidos, em moldes por definir.
O partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD) surge em terceiro lugar, arrecadando 20% dos sufrágios, mais do dobro do resultado obtido nas eleições de 2021 e um recorde nesta região.
Surgem dissidências à direita da direita, cada vez mais extremas e cada vez menos eleitoralmente viáveis, como frutos que caem da árvore antes de maduros.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
As sondagens continuam a sugerir a mesma conclusão: o atual projeto governativo ainda não convenceu plenamente o eleitorado.
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
Teresa Morais logrou algo de ganho imediato: fazer cair a nova máscara de André Ventura. Desde as eleições presidenciais que o “grande líder da direita” tentava criar uma nova persona ou mudar de maquilhagem para conservar o eleitorado moderado que granjeou na segunda volta das eleições presidenciais.
O objetivo é delinear a agenda legislativa para os próximos meses, antes das eleições intercalares de novembro, que decidirão a continuidade do mandato do Presidente americano.
Caso queira voltar ao poder, o caminho para Passos Coelho é mais estreito, e gera mais perguntas, do que o novo fervor mediático à sua volta sugere.
Presidente dos EUA criticou Keir Starmer e ainda considerou que o presidente da câmara de Londres "é terrvel".
O líder do Chega defendeu que esta "é uma questão de justiça", uma vez que os edifícios ficaram danificados pelo mau tempo.
Cotrim de Figueiredo parece só São João Batista a anunciar o verdadeiro Messias do "reformismo” (se este um dia vier)
Nas suas intervenções recentes, Passos voltou a colocar-se como figura incontornável do centro-direita e da direita democrática. Fê-lo com um discurso claro: crítica à “reforma do Estado em PowerPoint”, denúncia da viciação de concursos públicos, defesa da meritocracia, transparência e exigência na administração.
As críticas histéricas à lei que restringe a exposição de crianças e adolescentes ao mundo digital assentam em pressupostos falsos e perdem de vista o essencial