A conversa terapêutica
Entre uma pitada de sal rosa dos Himalaias e umas gotas de picante da casa, um amigo em comum tinha sido promovido a tema de conversa
Entre uma pitada de sal rosa dos Himalaias e umas gotas de picante da casa, um amigo em comum tinha sido promovido a tema de conversa
A possibilidade real de a alemã Alice Weidel e de a francesa Le Pen chegarem ao poder, juntando-se à italiana Giorgia Meloni, perspetiva um triunvirato feminino da linha dura.
Flávio Bolsonaro venceu a primeira volta das presidenciais. Especialista explica que o resultado reflete um "vazio" no eleitorado e o facto de Lula ter "subsidiado" a pobreza, ao invés de a ter resolvido.
Lula da Silva segue atrás com 40,82% dos votos. Projeção da "Datafolha" aponta para uma segunda volta.
As intercalares devem pôr a nu a impopularidade recorde de Trump: apenas 32% dos americanos aprova a sua presidência, valor mais baixo desde que há registos diários do desempenho dos Presidentes dos EUA. Os democratas vão ganhar a Câmara dos Representantes por larga margem (estão 12 pontos à frente e basta vencerem o voto popular por uns 3 ou 4). A grande dúvida reside no controlo do Senado. É preciso uma derrocada republicana em estados onde Trump ganhou por muito. Mas é mesmo isso que as sondagens revelam.
São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram cerca de 43% do eleitorado brasileiro.
Foi colocado em causa o estatuto de padroeira do país.
A política portuguesa tornou-se monótona – a oposição também aposta só no “dar”. O Chega quer dar tudo o que puder, o PS, mais seletivo, quer dar nos impostos dos combustíveis e no IVA zero no cabaz alimentar (mesmo que este dê mais a ricos do que a pobres, não interessa, o verbo chave é dar). O vocabulário político nacional fala de reformas e reformas agora, é isto: dar qualquer coisinha ou criar a aparência de que se dá qualquer coisinha.
As eleições decorrem a 4 de outubro. Brasileiros residentes em Portugal podem votar no Porto, em Lisboa ou em Faro.
Com a sua habitual sabedoria, Carl Sagan acrescentava que seria uma boa notícia recebermos uma mensagem de uma civilização extraterrestre. Seria a prova de que alguém, algures, conseguira sobreviver à adolescência tecnológica para comunicar de forma interestelar.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a subir ao palco da convenção republicana, esta quinta-feira, para voltar a apelar ao voto nas eleições intercalares de novembro. No final, em tom de brincadeira e com autoelogios, disse que se os eleitores não votarem “vão para o inferno”.
Édouard Philippe e Jean-Luc Mélenchon disputam o segundo lugar, havendo sondagens que dão vantagem a um e outras ao outro.
Uma das mensagens mais interessantes desses movimentos reacionários é a da própria vitimização. Declaram-se “perseguidos”, ou proibidos, mas, na verdade, nada os distingue da vitimização da cultura de esquerda.
A compra das fragatas e a aquisição dos 13,7 por cento da REN são um passo em frente na política do facto consumado
Os dois principais candidatos para as eleições Presidenciais já estão a postos: um tenta mostrar o balanço positivo de um mandato, o outro quer mostrar um país perdido para o crime.
Em mais uma publicação em jeito de provocação na sua Truth Social, Donald Trump declarou Ormuz território norte-americano, mas o politólogo Jorge Botelho Moniz lembra que não há qualquer suporte jurídico que justifique a apropriação do estreito.