As polémicas recentes de Infantino, um presidente quase caído em desgraça
Tentou uma privatização do mundial, aproximou-se de Trump e alienou antigos aliados. Agora tenta reunir apoio à sua recandidatura.
Tentou uma privatização do mundial, aproximou-se de Trump e alienou antigos aliados. Agora tenta reunir apoio à sua recandidatura.
Líderes de 22 países europeus acusam o primeiro-ministro espanhol de criar a "perceção de que a entrada ilegal na União Europeia é possível".
Nas últimas horas, Marrocos deteve 70 pessoas pelo alegado envolvimento nos incidentes ocorridos na crise migratória, que já fez, pelo menos, 67 mortos.
Apesar de ressalvar que a maioria demonstrou o seu apoio e solidariedade, o Presidente do Governo de Espanha sublinhou que outros optaram por atacar o seu país e exigir a sua exclusão temporária do Espaço Schengen.
A história é no mínimo aterradora. Um homem, que foi confrontado com um pedido de divórcio, decidiu estrangular, agredir e assassinar a mulher com uma serra tico-tico, uma faca, uma tesoura. Em tribunal alegou "legítima defesa" mas acabou condenado a prisão perpétua.
E nunca como hoje, porque a capacidade de destruição se tornou tão devastadora e porque é tão intenso e generalizado o desprezo pelos valores fundamentais da liberdade, da igualdade, da fraternidade e da soberania do Direito sobre a barbárie, se tornou tão necessário demonstrar que, em termos práticos, a vitória sobre essas forças tenebrosas é possível e está ao nosso alcance.
Trump tenta ir de drama em drama para disfarçar a sua total e manifesta incapacidade de desenvolver políticas públicas estruturadas. Sem soluções para a inflação que ele próprio criou pela aventura irresponsável no Irão, o Presidente dos EUA afunda-se num segundo mandato errático, incompetente e impopular. Nada que não se adivinhasse. Só não viu quem não quis ver. Onde andavam no primeiro mandato?
Ficou tetraplégico num acidente de viação e, desde então, abriu uma empresa, viu os filhos crescer feliz, mas já não queria viver – faltava-lhe a liberdade. Foi para a Suíça para morrer.
Para já, é a Demagogia que está a ganhar. Como, aliás, está a acontecer por todo o Mundo. Bem nos avisou o grego Aristóteles de que a Democracia pode, muito facilmente, degenerar em Demagogia. E ele viveu entre 384 e 322 a.C..
Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.
Sim, Trump é um palhaço e um palhaço egoísta, megalómano e irresponsável, mas, acima de tudo isso, é um palhaço assassino.
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
Entre os principais nomeados para a cerimónia de domingo, dia 15, que filmes valem o hype e quais estão sobrevalorizados? Uma análise aos grandes candidatos, com direito a apostas.
Li afirmações inenarráveis de benfiquistas da minha geração, insistindo que o Vinícius Jr. “dançou de forma ostensiva e provocadora” – enquanto mulher e feminista, esta conversa soou-me demasiado familiar, pelos piores motivos.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Há 30 anos que o brasileiro Rodrigo Koxa anda pelo mundo à procura das maiores ondas e já teve um recorde. Agora, na Praia do Norte, poderá ter atingido um novo máximo: 29 metros. “Foi perfeita, a mais linda”.