Em frente com a IA, ou seja: procuremos já o planeta C
A IA continua em grande. Duas notícias recentes, uma cómica e outra trágica, estão aqui para nos mostrar isso.
A IA continua em grande. Duas notícias recentes, uma cómica e outra trágica, estão aqui para nos mostrar isso.
Veja a próxima entrevista política com o som ligado e com uma forma de observar diferente, não avalie os argumentos, faça só uma coisa, depois de cada pergunta, confirme se a pessoa respondeu à pergunta e vai descobrir, com algum desconforto, que a maioria das perguntas fica por responder e que ninguém tem esta perceção.
Nasceram na era dos telemóveis, mas nem por isso se perdem no scroll infinito. Preferem usar a mão para escrever missivas, muitas vezes de conteúdo romântico.
Não há inteligência artificial responsável sem pessoas eticamente competentes. E quanto maior o risco ético, maior a exigibilidade de competência ética.
Ao mesmo tempo que o ecrã limita o que vemos do outro, cortando os pés, as pernas, muitas vezes o tronco, o ecrã amplia aquilo que restou, o rosto, os olhos, os ombros, as mãos (quando visíveis), a voz, o ambiente de fundo.
Numa altura em que Portugal discute a modernização dos seus tribunais e a eficácia das suas respostas sociais, as orientações da CEPEJ não são apenas recomendações institucionais; são um imperativo de sobrevivência para o Estado de Direito.
Advogada portuguesa defende que o exame P-300 - um teste que mede a atividade elétrica do cérebro - poderia ser relevante no caso McCann "para apurar o que aconteceu à vítima". Mas admite vários entraves à sua aplicação, atualmente.
Newsletter de segunda-feira
Telmo Nunes é o único caligrafista português. Chamam-no aos eventos exclusivos para escrever os nomes dos convidados em garrafas de vinho ou frascos de perfume. Também lhe pedem para redigir à mão pedidos de casamento e cartas de amor.
A forma como alguém fala, alto ou baixo, rápido ou devagar, grave ou agudo, revela padrões internos profundos e mais importante ainda, a voz altera-se de forma inconsciente sempre que existe tensão emocional ou esforço de raciocínio.
Quase três anos de pesquisa e 40 entrevistas depois, a jornalista Joana Stichini Vilela traz de volta a saga LX. Desta vez, atravessa a década do consumo: os 1.133 km de estradas da era Cavaco, a euforia da noite, as festas do novo jet set e muito mais. O lançamento do livro será no sábado (dia 18), às 18h, no Mude – Museu do Design.
Trump criou o problema e não sabe como sair dele. Desconversa, mente, insulta aliados, decreta mudança de regime em Teerão que, obviamente, não aconteceu. Enquanto isso, está lançada a crise energética e a pressão inflacionista. O Presidente dos EUA é uma desgraça. E está cada vez mais difícil encontrar eufemismos para disfarçar esta evidência. Por muito que haja quem não se importe de continuar a cair no ridículo
Podem ter passado despercebidos neste arranque de ano - alguns por só agora estarem a sair, outros por exigirem tempo para a digestão e a descoberta -, mas garantimos-lhe: esta safra merece atenção.
As pessoas que pensam que nunca vão ser manipuladas são as mais fáceis de ser enganadas. Estar atento é a primeira arma para afastar manipuladores, que procuram sempre presas fáceis.
Num mapa de 1502, a bandeira portuguesa está plantada na Gronelândia. “Uma declaração de intenções”, explica o historiador João Paulo Oliveira e Costa.
Este ano de 2025 acabou com a Ordem Internacional Liberal. Parece vir aí uma nova Ordem das Grandes Potências, baseada na Força, já não nas regras. Mas ainda só estamos a iniciar a Transição. Trump fez um primeiro ano de segundo mandato desastroso. Putin agradece e tentará, em 2026, aproveitar o triunfo de ter "conquistado" Washington, apesar de, no terreno, ter falhado a tomada de Kiev. Preparem-se para alguns anos de incerteza, risco e nevoeiro. Nós, europeus, ainda não sabemos lidar com a perda americana