Serão só algumas maçãs podres?
No caso da esquadra do Rato, as vítimas foram escolhidas a dedo: imigrantes sem documentos, toxicodependentes, sem-abrigo, pessoas que o próprio Ministério Público descreve como "os seres humanos mais fragilizados".
No caso da esquadra do Rato, as vítimas foram escolhidas a dedo: imigrantes sem documentos, toxicodependentes, sem-abrigo, pessoas que o próprio Ministério Público descreve como "os seres humanos mais fragilizados".
Horas de crueldade e sadismo dentro do posto da polícia, numa das zonas nobres de Lisboa. Um dos principais suspeitos denunciou colegas e práticas que lhe foram “instruídas” pelos mais velhos, como dar um “tratamento” a determinados detidos. Algumas agressões acabaram publicadas em grupos de WhatsApp para deleite dos seus participantes. “Uma forma de afirmação de poder e domínio absoluto sobre as pessoas”, escreveu a juíza de instrução.
Os jornalistas é que demonstram interesse, eles, o PCP, é-lhes igual à litrosa que Carlos Brito seja cadáver.
A história é no mínimo aterradora. Um homem, que foi confrontado com um pedido de divórcio, decidiu estrangular, agredir e assassinar a mulher com uma serra tico-tico, uma faca, uma tesoura. Em tribunal alegou "legítima defesa" mas acabou condenado a prisão perpétua.
Meta acabou com a encriptação ponto a ponto, que até então podia ser ativada pelos utilizadores de modo a garantir maior privacidade.
A conversão do antigo quartel para unidade hoteleira de cinco estrelas, do Grupo Sana, no topo de uma colina de Lisboa, tem sido contestada no bairro. Para este sábado, dia 9, estava previsto as vozes da luta, seis fadistas, ao som das guitarras, atuarem em frente ao imóvel em causa, mas o mau tempo acabou por adiar a iniciativa.
A operação foi financiada por dois multimilionários que referiram estar dispostos a pagar “o que for preciso” para libertar a baleia enquanto especialistas consideraram que podia causar dor ao animal.
"Análise - Notas do Divã", de Vera Iaconelli, é um ensaio sobre a família, a memória e a intimidade daquela que normalmente só escuta.
A Constituição de 1976 tinha muita coisa que traduzia as ambiguidades da política em 1975-6, mas tinha outra coisa mais fundamental: deu aos portugueses, após uma longa ditadura, um enquadramento legal que garantia direitos, liberdades e garantias sólidos.
Em "Casa dos Mortos", Maria José Oliveira divulga os testemunhos recolhidos pela comissão encarregue de investigar a ação da PIDE/DGS em Moçambique entre 1964 e 1974. Uma história de tortura e morte silenciada por mais de 50 anos.
Historiador considera que não debater com o líder do Chega é uma atitude “nefelibata e elitista”, pelo que o 'confronto' é necessário para “expor as falhas no discurso de Ventura".
A leitura de Saramago e de todos os escritores que nos contam o que foi Portugal debaixo da ditadura é mais do que obrigatória. É vital para quem não quer ser parte de um rebanho.
O Papa Leão XIV celebrou a sua primeira missa de Páscoa como pontífice com um apelo à esperança e críticas à "idolatria do lucro", ao "egoísmo partidário" ou à "opressão dos pobres".
Perante a atrocidade da morte do irmão, o autor precisou de estar rodeado de arte para fazer o luto e enfiou-se no MET. O processo demorou uma década e resultou num livro em que um dos maiores museus do mundo é analisado da perspetiva de um vigilante
Presidente norte-americano não se conteve nos comentários à morte do antigo diretor do FBI que o investigou.
País pretendia seguir o modelo da Austrália, mas a medida acabou por ser chumbada no parlamento.