Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

Década de 80 impulsiona negócio da nostalgia com música, filmes e colecionáveis
Rui Gustavo

Os loucos anos 80 e o negócio da nostalgia

Os adolescentes da década de 80 cresceram e já têm dinheiro para comprar o disco que sempre quiseram, o DVD dos desenhos animados preferidos ou a colecção de cromos que nunca chegaram a acabar. A nostalgia está a dar e rende milhões.

Os Gato Fedorento divertem-se na praia, em Fátima, num estúdio e num campo de futebol
Dulce Garcia

No planeta do disparate: uma semana com os Gato Fedorento

Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

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