A guerra continua
Os avisos americanos são sérios e devem ser levados a sério. Para que a Europa não acorde amanhã como acordou naquela madrugada de 2022: pasmada e perdida.
Os avisos americanos são sérios e devem ser levados a sério. Para que a Europa não acorde amanhã como acordou naquela madrugada de 2022: pasmada e perdida.
Todas as quintas, de junho até janeiro de 2027, são exibidas sessões do cineasta lusobrasileiro com entrada livre.
Demasiadas pessoas continuam privadas da dignidade, dos cuidados e do apoio necessários para gerir a sua menstruação de forma segura e saudável. Não por falta de soluções. Mas por vezes por falta de vontade política, de investimentos e de coragem colectiva.
Não foi nesse momento que o Estado Novo nasceu, mas esse foi o primeiro passo para a implantação desse regime fascista no nosso país.
Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.
Tal como os macacos, também rejeitamos sem razão. Afastamo-nos do que sentimos como diferente numa reacção primária, movida pelo medo de não pertencer, de não ser reconhecido, de ser excluído sem explicação.
Parece anedótico mas é estrutural, agravado pela cegueira colectiva perante o que está à vista de todos. Sempre existiram tempestades mas hoje são mais frequentes e intensas.
Quando João Cotrim de Figueiredo o apertou num debate, Ventura respondeu com a confiança de quem conta com a memória curta do eleitorado e trata todos os eleitores por estúpidos.
O diretor técnico da Quebrar o Silêncio, que presta apoio às vítimas masculinas de abusos sexuais, estreia-se como romancista com Neblina. A história de Miguel gira em torno do mote da associação que fundou, em 2017, e à qual se dedica a tempo inteiro.
Apoiando Marques Mendes, recuso-me a “relinchar” alegremente campanha fora, como parece tomar por certo o nosso indómito candidato naquele tom castrense ao estilo “é assim como eu digo e porque sou eu a dizer, ou não é de forma alguma!”.
O debate sobre rendas já não é sobre rendas, menos ainda sobre política habitacional. É, cada vez mais, reflexo da distorção que a tecnologia provoca na percepção da nossa realidade.
A gafe monumental do “hamburguergate” e as mentiras a ela associadas, como aquela das 1.500 viagens de Marcelo, não deverão prejudicar André Ventura.
Autarca não gostou de cartazes da Iniciativa Liberal e processou o partido e o cabeça-de-lista com recurso aos serviços jurídicos da autarquia. MP pediu €1,2 milhões
É de uma ironia cruel que as pessoas acabem por votar naqueles que estão apostados em destruir o Estado Social. Por isso mesmo, são responsáveis pela perda de rendimentos e de qualidade de vida da grande maioria dos portugueses e das portuguesas.