A verdade a calçar as botas
Numa campanha eleitoral cheia de mentiras, a desinformação fez parelha com a desatenção.
Numa campanha eleitoral cheia de mentiras, a desinformação fez parelha com a desatenção.
Os Windsor sempre detestaram o enorme palácio para viver - chamavam-lhe “sepulcro” e frigorífico”. Agora não tem inquilinos e talvez não volte a ter.
A abstenção atual não nasce da ignorância e indecisão, mas da desilusão e elevada exigência diária, incluindo a leitura e reflexão. A abstenção não corrige o sistema, torna-o mais pobre. Menor participação fragiliza a legitimidade democrática e amplifica, pelo fenómeno da dispersão de votos, os extremos, amiúde fortemente organizados e hierarquizados.
Ninguém concorre a um alto cargo porque deseja, modesta e cristamente, “dar o seu contributo”. O candidato é sempre um Messias em potência, acreditando que só ele, entre os vivos e os mortos, pode salvar a pátria.
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais
É de uma ironia cruel que as pessoas acabem por votar naqueles que estão apostados em destruir o Estado Social. Por isso mesmo, são responsáveis pela perda de rendimentos e de qualidade de vida da grande maioria dos portugueses e das portuguesas.
Compensa viver em Democracia e em sociedades organizadas segundo o modelo do Estado de Direito.
Questionado sobre o acordo alcançado com Estados Unidos relativamente às tarifas, André Ventura afirmou que "a Europa, mais uma vez, negociou mal".
Ganhar eleições não torna honesta uma pessoa desonesta, não torna um mentiroso numa pessoa séria, nem, neste caso, torna democrata e defensor do Estado de Direito alguém que, de todo, não o é.
Entre a fruta e a madeira, o Ruby Reserva é um vinho do Porto de valor e com grande versatilidade gastronómica.
Em boa verdade, a destituição do último Imperador do Ocidente acabou por acontecer naturalmente mercê de desentendimentos entre grupos de mercenários que já pululavam há cerca de um século no vasto território da zona ocidental de um Estado, dotado de uma formidável organização político-administrativa.
Severus Snape interpretado por um ator negro, Paapa Essiedu, e Dumbledore encarnado por John Litgow ("Conclave") são algumas das novidades anunciadas.
Putin e Trump. Lembro-me de uma história rápida que li num romance. Uma cega que se casou com outro cego e que dizia: “Somos felizes como só visto!”
O telefonema de Putin com Trump abriu a era dos EUA pró-Rússia. Quem ainda resistia terá baixado a guarda com a forma vergonhosa e inaceitável como Trump e J. D. Vance trataram Zelensky em plena Sala Oval. Habituem-se: com Trump 2.0, os EUA escolheram os autocratas e querem espezinhar a Europa.
O IPC é sobre perceção da corrupção, não é sobre corrupção, não mede a corrupção verificada ou prevalente num determinado país ou território autónomo.
Há quanto tempo sabemos que os juízes e as juízas em Portugal não têm as condições trabalho que lhes permitam exercer a função em segurança e com a eficiência desejável?