Ceuta e os extremistas da realidade
Não é quem exige fronteiras funcionais que promove a extrema-direita. Promovem-na aqueles que transformam números em propaganda, fronteiras em preconceito e qualquer discordância num diagnóstico moral.
Não é quem exige fronteiras funcionais que promove a extrema-direita. Promovem-na aqueles que transformam números em propaganda, fronteiras em preconceito e qualquer discordância num diagnóstico moral.
A diferença nunca esteve nos princípios. Esteve apenas no clube. Pedro Sánchez foi tratado durante anos como o zénite moral da esquerda que ignorou a forma como ele vendeu os mais basilares princípios do unionismo espanhol para se manter no poder.
Ex-duquesa de York foi destituída da distinção de “Freedom of the City of York”, num novo episódio de erosão reputacional ligado ao caso Epstein.
A proposta passa por alugar carro e descobrir a costa sul e o interior montanhoso da Madeira - num percurso que vai da beira do Atlântico aos 1.500 metros de altitude
Num estádio de Quidditch e com um manto de Gryffindor, a produtora mostrou a primeira imagem da série e promete novidades para quarta-feira.
Ex-governante vai interpretar o papel de um médico.
Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra
Trump garantiu que a operação “está a correr muito bem” e defendeu que se os Estados Unidos não tivessem atacado o Irão teria atacado.
O liberalismo, como modo de vida, nunca criou raízes profundas nesta terra bruta. O português médio sempre preferiu os confortos da unanimidade — e, quando necessário, da inquisição. É isso que explica que, seis anos depois, o dr. Ventura continue a não ser pensável.
Numa campanha eleitoral cheia de mentiras, a desinformação fez parelha com a desatenção.
Os Windsor sempre detestaram o enorme palácio para viver - chamavam-lhe “sepulcro” e frigorífico”. Agora não tem inquilinos e talvez não volte a ter.
A abstenção atual não nasce da ignorância e indecisão, mas da desilusão e elevada exigência diária, incluindo a leitura e reflexão. A abstenção não corrige o sistema, torna-o mais pobre. Menor participação fragiliza a legitimidade democrática e amplifica, pelo fenómeno da dispersão de votos, os extremos, amiúde fortemente organizados e hierarquizados.
Ninguém concorre a um alto cargo porque deseja, modesta e cristamente, “dar o seu contributo”. O candidato é sempre um Messias em potência, acreditando que só ele, entre os vivos e os mortos, pode salvar a pátria.
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais
É de uma ironia cruel que as pessoas acabem por votar naqueles que estão apostados em destruir o Estado Social. Por isso mesmo, são responsáveis pela perda de rendimentos e de qualidade de vida da grande maioria dos portugueses e das portuguesas.