Crítica: Entropia, um bom tasco de autor em Lisboa (★★★★)
Não é uma tasca, não é um restaurante tradicional, é gentrificação do bem: comida de autor, internacional, que é boa e não custa um rim em Lisboa.
Não é uma tasca, não é um restaurante tradicional, é gentrificação do bem: comida de autor, internacional, que é boa e não custa um rim em Lisboa.
Monarca, que se encontra numa visita aos país, fez a piada num jantar formal onde estava Donald Trump.
Gonçalo Castel-Branco, produtor, esteve a trabalhar na noite eleitoral de Carlos Moedas em Lisboa. Acabou de receber um ajuste direto da câmara para um evento que cobra bilhetes entre 150 e 300 euros.
Aos 13, fixou-se num modelo assinado por Valentino; aos 22, casou-se (e desenhou o seu). Aos 42, atingiu o pico nas redes sociais: Cristina Ferreira exibe a sua criação.
No eixo Comporta-Carvalhal, encontrámos melgas e uma ótima (e cara) paelha. Tudo o resto, do couvert ao Hot Dog de Lavagante, não deslumbrou.
Entre Troia e Melides, os empreendimentos milionários brotam como cogumelos. Em 10 anos, Grândola tornou-se uma das câmaras mais ricas do País e é visitada por celebridades mundiais. Mas há dores de crescimento: faltam casas, mão de obra e transportes e teme-se a destruição do último recanto virgem da costa portuguesa.
Deixar a cultura no fim do tacho não nos vai fazer rapar o tacho como se estivéssemos a preparar um bolo e quiséssemos lamber o que sobra da massa, antes desta ir ao forno. É desvalorizar o que tem valor.
A paixão pelo mundo da moda e a preocupação com a sustentabilidade são comuns às criadoras das quatro marcas de aluguer com quem falámos. Chegam a ter 600 peças diferentes, algumas de designers famosos como Dolce & Gabbana e Gucci, que são usadas sobretudo em casamentos.
A crise do Bloco é enorme. Perdeu o chique e ficou apenas com um radical esmaecido, sobrevivendo dos restos das guerras culturais "fracturantes" que deu de bandeja à direita e transformou em pouco mais que folclore intelectual urbano. Sem dinamismo, sem base social, sem pensamento praticamente sobre nada, envelheceu num mundo de slogans sem criatividade. Vai ser penoso ver a sua progressiva desaparição grupuscular. Por falar em penoso, o caso do PCP é ainda mais grave.
Além do que já foi editado e vale a pena redescobrir, olhamos também para o calendário de lançamento das editoras de livros Young Adult e projetamos os fenómenos juvenis que estão a chegar.
Partimos de Lisboa para a cidade mais liberal dos EUA. O resultado é um GPS pessoal que passa por Dolores Park, North Beach, a Chinatown mais antiga da América do Norte, táxis não tripulados, a clássica Pão de Forma e cervejas mexicanas. São Francisco molda-se às manias de quem a visita.
Menus de verão em Armação de Pêra, música ao vivo em Lisboa e um festival multidisciplinar em Aveiro: eis as nossas sugestões para o próximo fim de semana.
Menos atenção têm merecido barbaridades do vulgo, como a do concidadão que, irado com o processo de divórcio movido pela mulher, a violou, torturou, rapou-lhe o cabelo, arrancou-lhe as sobrancelhas e acabou por lhe cortar o dedo anelar com uma tesoura de poda.
Têm entre 3 e 12 anos e quase não saem de casa sem maquilhagem. Estão sempre por dentro das novas modas. Os especialistas alertam para os riscos.