Fúria nada épica e sem rumo
Trump e Netanyahu mataram milhares de pessoas, asfixiaram a economia global, mas não derrotaram o regime iraniano.
Trump e Netanyahu mataram milhares de pessoas, asfixiaram a economia global, mas não derrotaram o regime iraniano.
A “cartilha” italiana do Presidente Mattarella tem alguns pontos de contacto com as exigências que se colocam ao Presidente Seguro
Trump mantém a estratégia do caos para neutralizar a Democracia, porque sabe que é nesse caos que pode prosperar com a sua incapacidade e incompotência para governar bem. Só assim pode continuar a confundir milhões de norte-americanos: porque confusão é controlo. Mas teve que somar novos momentos TACO, o principal deles em Minneapolis. Atacar e matar cidadãos norte-americanos nas ruas do seu próprio país foi linha vermelha que até parte da sua base identificou. Só os EUA podem travar os EUA.
João é dos mais avançados no processo, mas continua no escuro: perdeu até as expectativas de receber algum dinheiro. Nunca obteve uma justificação das entidades religiosas pela demora – tudo o que sabe é pela TV –, e ainda não existe previsão para a compensação.
Vistos de perto, os casos de assédio envolvendo Boaventura Sousa Santos e Cotrim Figueiredo têm tudo em comum.
O futuro da segurança da Europa foi discutido esta terça-feira, 27 de janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian.
O sucesso da greve geral pode ter sido o início do fim do estado de graça do Governo de Luís Montenegro
A ordem mundial está em colapso porque os EUA abdicaram de liderança global baseada no multilateralismo e passaram a preferir o jogo dos Grandes Poderes. A Europa passa a estar num triplo risco externo, entre a ameaça russa, a competição chinesa e a imprevisibilidade de Trump. Nos EUA, o "Plano" para tomar o poder ideológico teve modelo estruturado previamente. Morin, nas 16 lições expostas, em livro bem nos avisa: "O progresso material não é acompanhado por qualquer progresso moral".
Rejeitam as pantufas e o sofá com o fito de dar mais vida aos anos. Bons exemplos de quem contraria o prazo de validade com que a sociedade tende a carimbar os que saem do mercado de trabalho. E os especialistas que empurram os seniores para o exercício, a comida saudável e o convívio.
O incómodo de alguns ministros com as perguntas dos jornalistas revela uma incapacidade de lidar com as exigências da própria democracia.
André Ventura disse finalmente aquilo que há tanto tempo ansiava: “Não era preciso um Salazar, eram precisos três para pôr o país em ordem”. Resta saber se esse salazarista conhece a fábula da rã que queria ser grande como um boi.
O espaço das ideias está a reduzir-se. Somos cada vez menos donos do que pensamos.
Luís Montenegro abraçou as teses dos que defendem que o Ministério Público conspira com jornalistas para derrubar o poder político.
Por todo o Estado, há sinais de escassez gritante de pessoal. Faltam dois mil guardas prisionais. Já na carreira de enfermaria faltam 20 mil profissionais. A isto poderíamos somar a falta de médicos no SNS.
Agora existem os neo-fascistas. E Steve Bannon é um deles. E a sua influência global é enorme. E em Portugal os seus discípulos não se encontram apenas no Chega.